- Slipknot vendeu participação majoritária de seu catálogo à HarbourView Equity Partners, incluindo direitos de publicação e royalties de gravação; o valor da transação não foi divulgado publicamente.
- A Billboard estimou a avaliação do catálogo em aproximadamente US$ 120 milhões.
- Michael “Clown” Crahan, membro da banda, disse que a parceria expande o que Slipknot começou e prometeu novidades para os fãs.
- HarbourView já atua em catálogos de Kelly Clarkson e T-Pain, indicando interesse crescente em investir na música.
- Sherrese Clarke, CEO da HarbourView, destacou que a música do Slipknot redefiniu o metal pesado e tem valor cultural global; a banda lançou o último álbum em dois mil e vinte e dois e continua se apresentando em festivais e turnês.
Slipknot, uma das bandas de metal mais influentes desde sua formação em 1999, vendeu uma participação majoritária de seu catálogo à HarbourView Equity Partners. O acordo, que inclui direitos de publicação e royalties de gravação, foi anunciado recentemente, mas o valor da transação não foi revelado publicamente. Contudo, a Billboard havia estimado a avaliação do catálogo em aproximadamente US$120 milhões.
Em declaração, Michael “Clown” Crahan, membro da banda, expressou entusiasmo com a parceria. Ele afirmou que a HarbourView está disposta a expandir o que Slipknot começou, prometendo novidades para os fãs. A HarbourView já possui participações em outros catálogos de artistas renomados, como Kelly Clarkson e T-Pain, indicando um interesse crescente em investir na música.
Impacto Cultural
A CEO da HarbourView, Sherrese Clarke, destacou a importância do catálogo da banda. Segundo ela, a música do Slipknot redefiniu o metal pesado e se tornou um fenômeno cultural global. A análise da audiência revela que a influência da banda se estende desde os anos 1990 até os dias atuais, tornando seu trabalho um ativo valioso para a empresa.
Slipknot, que lançou seu último álbum em 2022, continuou a se apresentar em festivais e turnês, mantendo sua presença forte na cena musical. A venda do catálogo se alinha a uma tendência crescente entre artistas de renome que optam por vender seus direitos autorais, seguindo o exemplo de ícones como Bob Dylan e Bruce Springsteen.
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