- A Universal Music e a Warner fecharam parcerias com as plataformas Udio e Suno para permitir a criação musical baseada no trabalho de artistas dessas gravadoras.
- Dave Stewart, cofundador do Eurythmics, diz que a IA é uma força incontrolável e defende que artistas licenciem suas vozes e estilos para plataformas gerativas.
- Stewart lançou a Rare Entity, projeto que busca dar autonomia criativa e participação nos ganhos de projetos financiados, sem transferir a propriedade intelectual.
- Projetos como Planet Fans já estão em andamento, conectando artistas, equipes e fãs para gerenciar ingressos, merchandise e comunicação.
- A proposta de Stewart envolve uma visão de desintegração de grandes corporações que controlam artistas, destacando a necessidade de controle sobre o uso de obras por IA.
A Universal Music e a Warner Music firmaram parcerias com plataformas de IA para permitir a criação musical baseada no trabalho de artistas ligados às labels. A iniciativa envolve licenciar conteúdos para gerar composições com estilos similares, mediante autorização.
As plataformas envolvidas são a Udio, da Universal, e a Suno, da Warner. Empresas alegam que artistas optem por participar e recebam royalties pelo uso de suas criações por IA. A expectativa é ampliar opções de criação e distribuição de músicas.
Dave Stewart, cofundador do Eurythmics, lançou a Rare Entity para ampliar autonomia criativa. A proposta é dar controle e participação financeira a criadores, sem exigir a transferência automática de direitos.
Parcerias recentes entre gravadoras e IA
A Rare Entity surge como resposta ao impacto da IA na indústria. Stewart descreve o movimento como parte de uma disrupção necessária para desmoronar estruturas corporativas dominantes.
Planet Fans é um dos projetos já em andamento dentro da Rare Entity, oferecendo canais de comunicação entre artistas, equipes e fãs para gestão de ingressos, merchandising e conteúdos exclusivos.
Objetivo da Rare Entity
Stewart afirma que o modelo busca financiar projetos criativos e compartilhar ganhos, sem tomar a propriedade intelectual. A iniciativa envolve Dom Joseph e Rich Britton como sócios, segundo relatos.
O músico destacou a rapidez de adoção da IA e a importância de os criadores manterem controle sobre o uso de seu trabalho por plataformas de IA e terceiros.
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