- Breland critica o uso de IA na música, dizendo que a tecnologia avançou demais e pode retirar a humanidade da criação musical.
- Em entrevista no Nashville Now da Rolling Stone, ele defende que o que for gerado com IA seja claramente identificado como tal.
- Propõe que faixas produzidas por IA sejam rotuladas e que a receita gerada vá para bolsas e financiamentos para criativos.
- Afirma que quem não é compositor nem produtor não deveria ter direito a publishing, e que o dinheiro de IA deveria beneficiar pessoas reais que queiram fazer música.
- O tema se trabalha no contexto de Nashville e da tradição de “três acordes e a verdade”, conforme o episódio do Nashville Now aborda também outras pautas da música country.
Breland, compositor e cantor conhecido por hits como “My Truck”, criticou o uso de IA na música em nova entrevista no Nashville Now, da Rolling Stone. O episódio foi divulgado após debates em Nashville sobre a tríade “três acordes e a verdade”.
O artista afirma que a tecnologia avança demais e pode apagar a presença humana na criação musical. Ele destaca a necessidade de transparência para o ouvinte saber se a voz é humana ou gerada por máquina e questiona o impacto ambiental da IA.
Propostas de uso responsável surgem na conversa: as faixas criadas com IA deveriam ter etiqueta de identificação e a receita revertida para bolsas e financiamentos para criativos. Breland sustenta que apenas autores humanos deveriam ter publicação e lucro.
Além da IA, o episódio aborda diversidade na cena de Nashville e comentações sobre eventos recentes na indústria, incluindo decisões de artistas em rodas de apresentação, segundo o diálogo da entrevista.
Propostas de uso responsável da IA
- Etiquetar faixas geradas por IA
- Direcionar receitas a bolsas para criativos
- Limitar publicação e lucro a artistas humanos
A entrevista faz parte da série Nashville Now, com periodicidade semanal e entrevistas com nomes da indústria. A Rolling Stone não divulgou datas adicionais neste anúncio.
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