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Kesha diz That Was Just Me em entrevista

Anos após a batalha legal, Kesha celebra liberdade musical e parceria com Rick Rubin, preparando novas músicas e o relançamento de Animal e Cannibal

Kesha looks back at her debut albums on the ‘Rolling Stone Music Now’ podcast
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  • Após quinze anos de Animal e Cannibal, Kesha celebra a liberdade musical ao encerrar a batalha legal com o produtor Dr. Luke e celebrar a reedição deluxe de Animal + Cannibal com faixas bônus.
  • Em episódio do Rolling Stone Music Now, ela relembra o período difícil e diz estar se sentindo “glittery” novamente, mais viva.
  • A cantora afirma buscar som mais livre, sem ficar presa a um único gênero, citando o trabalho com Rick Rubin e novas músicas em andamento.
  • Fala sobre o processo de cura pública e a tentativa de mostrar ao mundo que está tentando ser um exemplo, sem abrir mão da própria autenticidade.
  • Reforça a vontade de explorar sonoridades sem limites, mantendo o amor por músicas pop e anunciando a continuidade de novidades futuras.

Kesha encerrou uma longa batalha judicial que envolvia o produtor Dr. Luke e celebra a volta ao foco da carreira. A cantora anunciou, 15 anos após Animal e Cannibal, o relançamento Animal + Cannibal 15th Anniversary, com faixas bônus. A entrevista foi destaque no episódio do Rolling Stone Music Now.

O que aconteceu: após anos de disputa jurídica, a liberdade contratual permitiu a retomada de atividades criativas e de divulgação de novas músicas. A artista afirmou estar mais aberta a explorar sonoridades próprias, longe de rótulos usados no passado.

Quem está envolvido: Kesha, Dr. Luke e a equipe de produção associada ao caso. A entrevista retrata o período de produção de seus álbuns iniciais, além das novidades presentes no novo ciclo artístico.

Quando e onde: a declaração e o conteúdo foram veiculados recentemente pela Rolling Stone, com referência ao relançamento comemorativo e à nova fase musical da cantora.

Por quê: a artista busca liberdade criativa, autenticidade estética e um som menos experimentalmente contido. Em entrevista, ela fala sobre parcerias, como a colaboração com Rick Rubin, e sobre o desejo de explorar sonoridades sem restrições de gênero.

Liberdade criativa e parceria com Rick Rubin

Kesha descreve o período de produção de um álbum com Rubin como profundamente espiritual e significativo. A cantora relembra a tensão entre agradar fãs e manter a integridade artística, sinalizando vontade de avançar para formatos sonoros mais amplos.

Ela afirma que a experiência anterior com autocontrole de produção gerou questionamentos sobre o que é possível musicalmente. O objetivo é chegar a uma sonoridade ilimitada, mantendo o interesse pela música pop, caso seja conveniente para ela.

Perspectiva sobre o passado e o presente

A artista relembra os momentos de maior visibilidade pública, os desafios pessoais e a busca por celebração de conquistas. Segundo ela, houve momentos de alto e baixo emocional, mas a esperança de evolução permanece presente.

Kesha também comenta a relação com o público e a forma como as próprias escolhas influenciaram a percepção sobre sua imagem. Ela enfatiza a importância de manter a autenticidade sem se prender a rótulos.

Próximos passos

A cantora continua trabalhando em novas canções e revisitando temas que marcaram o início da carreira. O plano envolve lançamentos futuros que reflitam a nova fase de experimentação musical, sem abrir mão do viés pop.

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