- Leonardo DiCaprio disse ao TIME que a IA pode ser uma ferramenta de aprimoramento para cineastas, mas que a arte autêntica precisa vir do humano.
- Ele questionou a ideia de mashups musicais sem ancoragem humana, citando exemplos de obras que soam inovadoras, mas carecem de humanidade.
- Observa-se o surgimento de bandas e personalidades virtuais, como Velvet Sundown, DJ Tori e Xania Monet, gerando debates sobre identidade e uso da IA na música.
- Breland pediu transparência sobre vozes humanas em músicas com IA, defendendo que a música é uma experiência intrinsicamente humana.
Leonardo DiCaprio disse, em entrevista ao TIME, que a IA pode servir como ferramenta de aprimoramento para cineastas, mas que a arte autêntica precisa vir do humano. O ator, eleito Entertainer of the Year, destacou que obras verdadeiramente artísticas devem ter alicerce humano.
O ator ressaltou que, sem esse lastro humano, projetos com IA podem soar como experimentos brilhantes, porém sem anchoring. Ele citou exemplos de mashups musicais cuja inovação é passageira e não se sustenta a longo prazo.
DiCaprio afirmou que a IA pode abrir caminhos para filmes e técnicas inéditas, desde que haja responsabilidade criativa. A fala integra o contexto de debates sobre identidade de artistas virtuais na indústria cultural.
Casos de bandas e personalidades virtuais ganharam projeção, como Velvet Sundown, DJ Tori e Xania Monet, com uso de IA para criar vozes e personas. Artistas reais, porém, cobram sinalização clara sobre a origem das vozes.
Breland, músico, reforçou a necessidade de transparência. Em entrevista ao Rolling Stone Nashville Now, ele defendeu que é preciso informar se a voz é humana ou gerada por IA, para preservar a experiência musical intrinsecamente humana.
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