Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Escultura em bronze celebra nascimento da canção Codinome Beija-flor, de Cazuza

Escultura interativa em bronze de beija-flor é inaugurada no parque do Hospital São Lucas Copacabana para celebrar quarenta anos de Codinome Beija-flor, unindo arte, música e terapias

Lucinha Araújo recebe homenagem a Cazuza — Foto: 2 Barcos Filmes/Divulgação
0:00
Carregando...
0:00
  • O Hospital São Lucas Copacabana, na zona sul do Rio, inaugurou uma escultura interativa em bronze de beija-flor no parque ecológico, criada pelo artista Mario Pitanguy.
  • A obra celebra os 40 anos da canção Codinome Beija-flor, de Cazuza, que nasceu durante a internação do artista, em 1985, na unidade.
  • A peça tem formato de beija-flor emoldurado por uma janela e flores, representando a inspiração que originou a letra.
  • A cerimônia contou com a participação do ator Jonathan Azevedo e de familiares de Cazuza, incluindo a mãe do músico, Lucinha Araújo.
  • A diretora-geral do hospital afirma que o espaço verde já utilizado para terapias passa a homenagear arte, música e natureza como parte do cuidado ao paciente.

Foi inaugurada no Hospital São Lucas Copacabana, no Rio de Janeiro, uma escultura interativa em bronze de beija-flor, assinada pelo artista Mario Pitanguy. A obra celebra 40 anos de Codinome Beija-flor, canção de Cazuza, e reforça a relação entre arte, música, natureza e terapias no hospital.

A peça está instalada no interior do parque ecológico da unidade, em área de mata Atlântica nos fundos do prédio. A escultura representa um beija-flor emoldurado por uma janela e flores, inspirada na imagem que marcou a internação de Cazuza em 1985.

A homenagem envolve familiares, artistas e autoridades hospitalares. Lucinha Araújo, mãe do cantor, relembrou a ligação entre a música e as visitas diárias de beija-flores ao leito do filho. Ela destacou que a memória de Cazuza permanece viva entre o público e a equipe médica.

Jonathan Azevedo, ator presente na cerimônia, contou sobre a admiração pelo artista e ressaltou a ideia de que a arte atua como remédio. A diretora-geral do hospital, Vanessa Queiroz, destacou que o espaço verde já era usado para terapias e agora ganha um significado cultural mais intenso.

Dulce Pugliese, presidenta do Conselho de Administração da Rede Américas, elogiou a importância de homenagear Cazuza pela qualidade de sua obra. Ela afirmou que a memória do músico enriquece a história da instituição e valoriza o vínculo entre saúde, arte e memória afetiva.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais