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Pebe Sebert, mãe de Kesha, lança álbum perdido autointitulado

Cantora Pebe Sebert lança álbum perdido após décadas e anuncia que não fará novos discos, dedicando-se a uma ONG de proteção a animais

Pebe Sebert
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  • Pebe Sebert, cantora de Nashville, lançou finalmente seu álbum perdido, intitulado Pebe Sebert, após mais de quarenta anos de espera.
  • O disco possui onze faixas e foi gravado com o produtor Guy Roche nos anos oitenta, explorando temas como amor e juventude.
  • A artista afirma que não pretende lançar mais álbuns e que hoje se dedica a trabalhos com animais por meio da ONG Magic Mission.
  • A relação com a filha, a cantora Kesha, é destacada como inspiração para transformar dias ruins em canções, moldando sua trajetória musical.
  • O álbum é considerado contemporâneo em relação a tendências dos anos oitenta que voltaram à tona; Kesha participou de conteúdos relacionados, como a música Vampire.

Pebe Sebert, cantora e compositora de Nashville, lançou seu álbum perdido após décadas, marcado por lutas com vício que atrasaram o projeto. O lançamento surge enquanto a artista confirma foco em trabalhos com animais por meio de uma ONG. A história revela trajetória de superação e um desfecho musical inesperado.

Durante anos, Sebert lutou para ver seu debut chegar ao público. Nos bastidores, trabalhou com o produtor Guy Roche nos anos 80, em Nashville, explorando temas de amor, propósito e juventude. A produção ficou incompleta, interrompida pela dependência e pelos obstáculos pessoais.

Junto com a filha Kesha, ela manteve a memória do álbum vivo, compartilhando partes da carreira mesmo sem o lançamento oficial. O material, que tem 11 faixas, acabou visto como contemporâneo, com referências que ressoam com o público atual.

O Álbum Perdido e os Bastidores

O álbum que ficou sem luz do dia ganhou vida só recentemente, com Sebert descrevendo o quão próximo ficou do público. A parceria com Roche, iniciada na era analógica, rendeu faízes sonoras que mesclam cinema e pop, segundo relatos da artista.

Entre as faixas estão trabalhos como Vampire, Cities Burning e 1945, que não chegaram a ser lançados na época, mas moldaram a linha criativa da cantora ao longo dos anos. A entrevista narrativa reforça a relação entre a música e a vida pessoal de Sebert.

Novo Rumos: ONG e Música

Agora, a cantora afirma que não pretende produzir novos álbuns. O foco passa a ser a Magic Mission, organização sem fins lucrativos voltada a cães e gatos na América Central. A mudança de rota representa uma virada significativa na carreira.

Sebert acrescenta que continuar a escrever não está descartado, mas a prioridade é o trabalho com animais. A história evidencia uma conclusão nobre para a trajetória musical, sem abandonar completamente a criatividade.

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