- Léo Foguete, de 21 anos, teve rápida ascensão na música brasileira, com indicação ao Grammy Latino no primeiro ano de carreira.
- Em 2025, ele concorreu na categoria Melhor Álbum de Música Sertaneja pelo álbum Obrigado Deus, que inclui os hits Cópia Proibida e Última Noite, cada um com mais de 200 milhões de reproduções no Spotify.
- A dupla vencedora da categoria foi Chitãozinho & Xororó, com o projeto José & Durval.
- O cantor disse que não imaginava esse futuro tão cedo e disse que Deus o surpreendeu com tanto sucesso em pouco tempo.
- Sobre o passado, Léo afirmou que não desistir é fundamental, destacando que críticas fazem parte do processo e que a fé no trabalho ajudou a seguir em frente.
Léo Foguete, aos 21 anos, vem ganhando destaque na música brasileira. No seu primeiro ano de carreira, o cantor recebeu indicação ao Grammy Latino, lançou hits com mais de 200 milhões de reproduções no streaming e assinou contrato com a Universal Music Brasil. A resposta veio em entrevista à revista Quem.
O jovem fala sobre a surpresa com o rápido progresso. Ele disse que Deus o surpreendeu ao ver a carreira decolar em pouco tempo, com a indicação ao Grammy como maior prova de uma trajetória ainda recente.
No Grammy Latino, o álbum Solo em Melhor Álbum de Música Sertaneja foi o *Obrigado Deus*, com os hits Cópia Proibida e Última Noite entre os mais ouvidos. A premiação ficou com Chitãozinho & Xororó, que venceram com o projeto José & Durval.
Mensagem ao passado e ritmo da carreira
Ao falar sobre o que diria ao Léo do início, o artista afirmou que não deveria desistir, destacando a fé como motor do sucesso. A frase orientadora ficou na ideia de que quem desiste não vence e que tudo pode acontecer com Deus à frente.
O cantor também comentou que já esperava críticas pela ascensão rápida. Ele disse ter se preparado psicologicamente, reconhecendo que críticas fazem parte do ofício, sem deixar de manter o foco no trabalho e na fé que sustenta seu progresso.
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