- Rob Sheffield elenca vinte álbuns de 2025, abrangendo megassensações, veteranos, novatos e uma diversidade de sons.
- As escolhas destacam parcerias e colaborações, como Saba com No ID, Geese, Rosalia, Pulp, Addison Rae e outros, com foco em narrativas e abordagens estéticas.
- Dentre os títulos mencionados aparecem Good Flying Birds — Talulah’s Tape; Jade — That’s Showbiz Baby!; They Are Gutting a Body of Water — Lotto; Saba e No ID — From the Private Collection of Saba and No ID; Pulp — More; Rosalia — Lux; Geese — Getting Killed; Taylor Swift — The Life of a Showgirl; entre outros.
- A cobertura enfatiza a atmosfera de impulso musical e a mistura de gêneros, indo do indie ao hip hop, rock e pop experimental.
- A crítica aponta o ano como “glorioso” para a música, com escolhas que cruzam diferentes gerações e cenas.
Rob Sheffield divulgou a lista de seus 20 álbuns favoritos de 2025, reunindo nomes variados do mainstream ao underground. O texto acompanha descrições das obras, enfatizando diversidade de sonoridades e narrativas. A seleção inclui colaborações e artistas de gerações distintas.
A escolha mostra como o ano foi produtivo para a música, com títulos que vão de pop máximo a sonorizações experimentais. O crítico destaca relevância de cada projeto para o cenário atual, sem se prender a rótulos.
O conjunto apresenta parcerias marcantes, incluindo Saba com No ID, Geese, Rosalia, Pulp e Addison Rae. Também há trabalhos de veteranos e de nomes em ascensão, todos valorizados pela qualidade criativa e pela energia que impulsiona a cena.
Perspectiva da curadoria e contextos
A lista enfatiza narrativas, temas e abordagens estéticas presentes nos álbuns. Em destaque, a união entre rimas e produção de Saba com No ID, e infantis ideias sonoras de Geese, além de propostas de rostos estabelecidos como Rosalia e Pulp.
Destaques por estilo e formatos
Entre as escolhas, surgem novidades de vanguarda, rock inteligente, hip hop exigente e pop sofisticado. A curadoria também valoriza a experimentação de artistas como Water Damage e Geese, sempre com foco na coesão textual de cada trabalho.
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