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Josh Ritter desconstrói a ideia de musa em ‘I Believe in You, My Honeydew’

Josh Ritter apresenta a musa como parceira criativa constante; turnê solo de 2026 privilegia salas menores e a relação direta com o público

Josh Ritter
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  • Josh Ritter lançou o álbum I Believe in You, My Honeydew, que celebra escrever para a musa, e não sobre ela, em tom de homenagem à inspiração.
  • Em Brooklyn Steel, integrou sete das dez faixas do presente álbum ao show de vinte músicas.
  • A música “Truth Is a Dimension” o levou a encarar a musa como uma entidade separada que acompanha o processo criativo.
  • O artista chamou a musa de “meu honeydew” e passou a compor a partir dessa influência, gravando no estúdio com a Royal City Band em Cannon Falls, Minnesota, no verão de 2024.
  • A turnê solo de 2026, em teatros e salas de maior porte, começa em janeiro em Portsmouth, New Hampshire, e termina em maio no Ryman Auditorium, em Nashville.

Josh Ritter lançou o álbum I Believe in You, My Honeydew, em setembro e tem mostrado que a obra é uma celebração do ato de escrever para aquilo que inspira, não apenas sobre ele. O músico fala em convidar a inspiração para ser testemunhada durante o processo criativo.

No final de novembro, Ritter fez show de divulgação no Brooklyn Steel, em Greenpoint, Brooklyn. O músico realizou apresentações ao lado da Royal City Band, após um ano de turnê intensa e lançamento recente. O cenário foi o estúdio-convênio que virou casa de shows.

Antes de subir ao palco, Ritter descreveu como o ciclo criativo se fecha: ele escreve muitas músicas, registra as que parecem mais coesas e, então, cria o disco. O show seria a culminação desse ciclo entre composição, produção e apresentação ao vivo.

Contexto da obra

Durante a apresentação, o artista integrou sete das dez faixas do novo álbum em um set de vinte músicas. Em meio ao repertório, uma faixa chamada Truth Is a Dimension chamou atenção por representar a ideia de que a criação acontece com a presença da inspiração, ainda que sem a percepção plena do próprio ato.

Ritter, que cresceu em Moscow, Idaho, já viveu em cidades como Oberlin, Escócia e Providence, e hoje reside em Brooklyn. A obra recorre a temas universais de emoções e incertezas do país, convidando a muse a acompanhar o cotidiano de quem cria.

Planos de turnê

A partir de 2026, Ritter fará uma turnê solo por teatros e salas de maior porte, iniciando em janeiro, em Portsmouth, New Hampshire, e encerrando em maio, no Ryman Auditorium, em Nashville. O ciclo contempla o interesse do artista em manter a experiência de palco próxima e intimista, mesmo com maior escala.

O músico reforça a ideia de que a relação com a muse é parte essencial de sua trajetória. A cada novo projeto, ele busca traduzir as próprias vivências sem perder a conexão com suas inspirações. A turnê continua a consolidar esse enfoque na prática de shows.

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