- A ADOR confirmou que Danielle não segue mais no NewJeans, mesmo com a decisão da Justiça sul-coreana que manteve válidos os contratos do grupo; o encerramento do vínculo foi comunicado no dia 29.
- A agência abriu um processo contra Danielle, um familiar da cantora e Min Hee Jin, pedindo indenização de 43,1 bilhões de wons (aproximadamente US$ 31 milhões, cerca de R$ 155 milhões) no Tribunal Central do Distrito de Seul.
- As demais integrantes Hyein, Haerin e Hanni permanecem vinculadas à ADOR, enquanto Minji negocia seu futuro; Danielle já nomeou um advogado e apresentou procuração para se defender.
- A ADOR afirma que o agravamento do conflito foi causado pela influência de um familiar de Danielle e da ex-CEO Min Hee Jin, que teriam distorcido informações levando à ruptura e ao atraso das atividades do grupo.
- O processo se soma a disputa anterior entre a empresa e a ex-CEO, após a saída de Min Hee Jin; a justiça havia entendido que a demissão da executiva não justificava a quebra do contrato exclusivo de sete anos.
Danielle não integra mais o NewJeans, segundo a ADOR. A decisão foi mantida pela Justiça sul-coreana, que confirmou a validade do contrato exclusivo do grupo. A agência divulgou, no dia 29, que encerrou oficialmente o vínculo com a artista.
A ADOR informou que não foi possível manter Danielle no grupo e comunicou o término do contrato no mesmo dia da decisão. O conflito seria agravado pela influência de um familiar da cantora e da ex-CEO Min Hee Jin, apontados pela empresa como responsáveis por distorções de informações.
A ação contra Danielle, um familiar e Min Hee Jin solicita indenização de 43,1 bilhões de wons, cerca de US$ 31 milhões, equivalente a aproximadamente R$ 155 milhões. O processo tramita no Tribunal Central do Distrito de Seul, na mesma vara que analisou disputa anterior.
Segundo a ADOR, as demais integrantes não foram avisadas previamente sobre a saída de Danielle. A cantora soube da notícia apenas ao tendências do comunicado, enquanto participava de um evento beneficente. Danielle já nomeou um advogado para representá-la e apresentou procuração ao tribunal.
O caso se soma a um histórico de atritos desde a saída de Min Hee Jin da ADOR. Em 2024, o NewJeans declarou intenção de encerrar o contrato e seguir de forma independente. A Justiça, porém, manteve o contrato exclusivo de sete anos.
Com a decisão, Hyein, Haerin e Hanni continuam vinculadas à ADOR, enquanto Minji negocia seu futuro. A empresa afirma que busca esclarecer as controvérsias e retomar as atividades do grupo o quanto antes.
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