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Como David Bowie redefiniu a arte de se despedir

Passados dez anos, Blackstar é a despedida artística de David Bowie, transformando a doença em legado musical inesquecível

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Por Revisado por: Time de Jornalismo Portal Tela
david bowie 10 years later
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  • Há dez anos, David Bowie morreu em 10 de janeiro, 18 meses após receber diagnóstico secreto de câncer de fígado, revelando que Blackstar era o adeus da estrela.
  • O álbum Blackstar foi lançado em 8 de janeiro, aniversário de 69 anos de Bowie, e foi visto como uma obra ousada, jazzística e complexa que desafiou fãs.
  • Tony Visconti afirma que Blackstar foi o presente de despedida de Bowie, que manteve o mal-estar da doença em segredo para terminar o trabalho.
  • Com novas parcerias, Bowie incorporou influências de jazz e hip-hop, gravando com Donnie McCaslin e sua banda, em busca de novos caminhos mesmo diante da doença.
  • O álbum é visto como trilha de luto e despedida, conectando temas de Major Tom, espaço e fim de ciclo, consolidando Blackstar como marco único na carreira.

David Bowie resolveu terminar em grande estilo: na véspera de completar 69 anos, lançou o álbum Blackstar, em 8 de janeiro, e morreu no dia 10 de janeiro, aos 69 anos, vítima de câncer de fígado. A revelação veio apenas dias depois, em meio a uma despedida contundente.

A obra Blackstar foi criada enquanto o artista enfrentava um diagnóstico secreto e avançado. O produtor Tony Visconti afirmou que o álbum foi um presente de despedida, escrito e gravado com a consciência do fim próximo.

Apoiado por novos colaboradores, Bowie mergulhou em jazz e poesia musical, com Donnie McCaslin e uma banda de jazz entre os convidados. A direção incluiu referências a D’Angelo e Kendrick Lamar, levando o som a caminhos ousados.

Blackstar não é uma recapitulação de sua carreira, mas uma exploração de novos sentidos. O tema da mortalidade aparece em faixas como a faixa-título e I Can’t Give Everything Away, marcando o tom de despedida.

A recepção pública foi marcante e singular: fãs em todo o mundo acompanharam a revelação da doença sem spoilers, absorvendo a música como um último testamento artístico. A obra permanece como marco da carreira.

Além de Blackstar, Bowie seguia envolvido em outros projetos, incluindo o musical Lazarus, apresentado em Nova York. A produção retrata Major Tom em novas circunstâncias, fechando um ciclo criativo de décadas.

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