- Warren Haynes relembra Bob Weir, morto aos 78 anos, dizendo que ele era o elo que faltava para a sonoridade dos Grateful Dead.
- Ele descreve Weir como único e imprevisível, uma influência que definia a música do grupo.
- A primeira apresentação juntos foi no Wetlands, em Nova York, quando Haynes foi convidado a tocar com Weir.
- Depois, eles tocaram com Phil Lesh e formaram a versão de Phil and Friends, com apresentações no Beacon Theatre.
- No Rothbury Festival de 2009, durante Viola Lee Blues, houve uma energia coletiva que destacou o improviso e a conexão entre músicos e público.
Warren Haynes rememora Bob Weir, destacando a importância do músico na história do Grateful Dead. Em entrevista exclusiva, Haynes relembra a parceria que começou no início dos anos 2000, quando participou de turnês com a banda que seguia os passos do Dead. O músico afirma que Weir era a peça que completava o quebra-cabeça sonoro da banda.
A aproximação ocorreu durante apresentações com o Dead, quando Haynes recebeu convite para se juntar à turnê. A convivência no palco ajudou a criar uma ligação musical duradoura entre o líder do Gov’t Mule e Weir, que se estendeu por mais de duas décadas, segundo o relato do guitarrista.
Entre as lembranças, Haynes destaca apresentações marcantes, como um show do Fourth of July na Rothbury Festival, em Michigan, em 2009, que, segundo ele, revelou uma energia coletiva rara. O momento ficou marcado pela improvisação e pela sintonia entre músicos e público, conforme descreve o próprio Haynes.
O músico enfatiza ainda o legado de Weir, ressaltando que a mensagem do cantor e compositor permaneceu presente ao longo de toda a carreira. Haynes descreve Weir como alguém com um olhar perspicaz e um jeito de conversar que estimulava a reflexão, mesmo ao tratar de temas complexos.
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