- David Guetta anuncia a The Monolith Tour, com três shows esgotados no Stade de France, em Paris, em 2026, e uma nova residência, Galactic Circus, no UNVRS, em Ibiza.
- A turnê mundial passou pela América Latina, incluindo Colômbia, Argentina e México, com Guetta destacando a energia, a paixão e a conexão com a região.
- Em 2025, foi coroado World’s Number One DJ pelo quinto ano pelo DJ Mag, consolidando-se como referência na música eletrônica.
- O produtor defende que um set deve ser uma experiência coletiva, destaca a interatividade com o público e cita influências de funk, disco e black music na sua trajetória.
- Comenta sobre IA como tema de interesse, a evolução das gerações de público e o papel do F*** Me I’m Famous! como laboratório criativo e fonte de conexão com a plateia.
David Guetta divulga a sua visão sobre a turnê, a cultura do público e o futuro das festas. Em entrevista à Rolling Stone França, o produtor parisiense apresenta The Monolith Tour, marcada por shows lotados e experiências coletivas.
O artista confirma três apresentações no Stade de France, em Paris, em 2026, além de uma turnê mundial que passou pela América Latina, Ásia e Índia, com o festival Sunburst na Índia. Las Vegas abrirá a temporada de shows na primavera.
Guetta, de 57 anos, foi eleito o DJ nº 1 do mundo pela DJ Mag em 2025, pela quinta vez. O período atual inclui residências em clubes e a consolidação de uma identidade de palco que valoriza participação do público e interação entre fãs.
A linha criativa e a aproximação com o público
O músico comenta que a ideia é fazer do set uma experiência coletiva, quase espiritual, com o público incluindo diferentes gerações. A referência a clubes históricos e à evolução do consumo musical guia o conceito de suas apresentações.
Guetta detalha ainda a relação com o Iv Ibiza, onde trabalha com uma residência chamada Galactic Circus no UNVRS. O objetivo é colocar pessoas no centro do evento, com visuais modernos e interação direta com a plateia.
O entrevistado avalia o papel da tecnologia na música ao vivo. Ele vê a IA como ferramenta de apoio, sem substituir a criatividade humana, e afirma que a improvisação do DJ continua crucial para manter a energia do show.
Trajetória, inspirações e próximos passos
Sobre as influências, Guetta cita a música negra e a escola de funk como alicerces. Em relação ao passado, relembra a curiosidade iniciada em clubes de Paris e a convivência com diversos estilos, o que moldou seu som.
Entre aprendizados, destaca que o segredo de um bom set é equilibrar nostalgia, faixas novas e hits de impacto. A performance de gravações e a experiência de palco são apontadas como vantagem competitiva.
Entre na conversa da comunidade