- Langhorne Slim lançou o álbum The Dreamin’ Kind, produzido pelo baixista Jake Kiszka e com Danny Wagner na percussão, marcando o rompimento do intimismo acústico para o som elétrico.
- O disco, que chega na sexta-feira, traz faixas como Rock N Roll, Dream Come True e On Fire, que abre com uma mensagem de voicemail da avó do artista.
- Slim, conhecido por apresentações com apenas violão, descreve o projeto como um sonho antigo que finalmente se tornou realidade.
- A colaboração surgiu depois que Kiszka e Wagner o abordaram após uma apresentação no Basement, em Nashville; Slim inicialmente recusou, dizendo estar cansado.
- Os dois acabaram conquistando Slim, produziram o álbum e o ajudaram a explorar um som mais rock, mantendo a essência folk do artista.
Langhorne Slim lança o álbum The Dreamin’ Kind em versão elétrica, após apresentação no Americana Music Festival em Nashville, no mês de setembro. O show acústico não indicava o que viria, mas a nova produção mergulha no rock com aplausos da plateia.
A mudança veio com a participação de Jake Kiszka, da Greta Van Fleet, que produziu o disco e tocou baixo, piano e sintetizadores, e de Danny Wagner, da própria banda, na percussão. Slim não buscou o encontro, foi convidado após uma apresentação em Nashville e acabou aceitando a colaboração.
O resultado é um disco que conserva o DNA folk do artista, mas com arranjos que ganham peso e energia. Faixas como Rock N Roll, Dream Come True e On Fire ilustram o caminho entre canção popular e rock contemporâneo, sob uma formação de ritmo forte.
A parceria entre Slim e os integrantes da Greta Van Fleet ganhou destaque na divulgação, com a expectativa de alavancar a turnê do músico e ampliar o alcance do novo trabalho, que chega às plataformas de streaming na sexta-feira.
The Dreamin’ Kind representa, segundo o artista, um sonho antigo se tornando realidade, mantendo a essência musical de Slim mesmo ao ampliar o alcance sonoro com a presença de músicos de renome do rock.
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