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Eurovisão fará turnê para comemorar 70 anos do concurso

Eurovision lança turnê mundial para celebrar 70 anos, com dez cidades europeias e artistas icônicos, em meio a boicotes à participação de Israel

Loreen stands on a raised podium on stage under Eurovision branding as the crowd looks on
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  • Eurovision fará a primeira turnê de celebração dos 70 anos, em 10 cidades europeias entre 15 de junho e 2 de julho, após a final em Viena, em 16 de maio.
  • A turnê reunirá “performers icônicos” do Eurovision e artistas de 2026, apresentando as próprias músicas do festival e covers de canções da história de setenta anos.
  • Cinco países se retiraram do concurso por Israel ter ido à disputa, reduzindo a participação de 35 países ao total desta edição.
  • Israel manterá participação no primeiro semi‑final, em 12 de maio, enquanto críticas sobre a guerra em Gaza motivaram aberturas para boicotes em outros países.
  • O lançamento de ingressos gerou esgotamento recorde; o sorteio do evento teve 97 mil espectadores no YouTube, menor que os mais de 240 mil do ano anterior.

A Eurovisão terá a sua primeira turnê para celebrar o 70º aniversário do concurso. A iniciativa reunirá artistas icônicos do Eurovision com os competidores de 2026, em junho e julho, em 10 cidades europeias. A ideia é valorizar o legado de sete décadas de música, segundo a European Broadcasting Union (EBU).

A turnê, prevista entre 15 de junho e 2 de julho, ocorre após as finais de Viena, em 16 de maio. Os shows vão apresentar apresentações com canções próprias do Eurovision e versões de faixas históricas do festival.

Detalhes dos participantes e da participação

Israel seguirá na competição, conforme sorteio de segunda-feira que definiu a participação na primeira semifinal em 12 de maio, às 21h (1900 GMT). Países que anunciaram retirada incluem Irlanda, Espanha, Países Baixos, Islândida e Eslovênia, citando o conflito em Gaza como motivo. A Austrália não foi mencionada entre os retirantes.

Conchita Wurst, vencedora emblemática de 2014, informou que não participará de eventos futuros do Eurovision, por decisão pessoal. O canal Israelense Kan acolheu a continuidade da participação, enquanto o presidente Isaac Herzog afirmou que Israel “merece estar representado em todos os palcos”.

A edição recebeu críticas ao longo do processo de participação de Israel, com reações de vários países e da imprensa. Em contrapartida, houve relatos de lista de espera para ingressos com demanda recorde, conforme a EBU informou sobre venda de ingressos e contagem de público para a edição 2026.

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