- Mitski lança o primeiro single “Where’s My Phone?” do oitavo álbum, Nothing’s About to Happen to Me, com vídeo inspirado em The Haunting of Hill House.
- O lançamento está marcado para 27 de fevereiro via Dead Oceans; o álbum acompanha a história de uma mulher reclusa em uma casa desarrumada.
- O site com número de telefone exibe Mitski lendo uma citação de Shirley Jackson, além de referências a Grey Gardens e a temas com gatos brancos e tortas.
- O clipe, dirigido por Noel Paul, mergulha no universo de We Have Always Lived in the Castle, explorando o isolamento das irmãs após uma acusação no seio da família.
- O álbum foi escrito e interpretado por Mitski, com produção de Patrick Hyland e masterização de Bob Weston; banda de turnê participa das performances.
Mitski revelou detalhes sobre o seu oitavo álbum de estúdio, Nothing’s About to Happen to Me, com uma estratégia de divulgação enigmática. Um número de telefone de Pecos, no Texas, conduz fãs a um site dedicado, onde Mitski lê uma citação de The Haunting of Hill House. A peça funciona como pista para a atmosfera do disco.
A mensagem em texto no site faz alusão a referências como Grey Gardens e ao documentário sobre Edie e sua mãe. A citação de Shirley Jackson abre o clima de ansiedade e mistério que permeia o trabalho, que chega ao público em 27 de fevereiro pela gravadora Dead Oceans.
Where’s My Phone?, o primeiro single, já está disponível com um vídeo inspirado em The Haunting of Hill House. Dirigido por Noel Paul, o clipe acompanha Mitski mergulhando no universo de Jackson, com uma narrativa de isolamento familiar que se intensifica com a chegada de um terceiro personagem.
A faixa traz uma pegada tensa que reflete o tom do último clipe desta etapa. A música questiona a percepção da mente enquanto a protagonista busca manter a clareza, em sintonia com a sonoridade que marcou o álbum anterior, The Land Is Inhospitable and So Are We.
Lançamento e produção
O álbum foi escrito e executado por Mitski, com participação da sua banda de turnê. Patrick Hyland assina a produção e engenharia, enquanto Bob Weston ficou responsável pela masterização. O material é descrito como uma narrativa rica, centrada em uma mulher reclusa em uma casa pouco cuidada, cuja vida fora de casa é marcada pela deviantidade, porém com liberdade interna.
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