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Charlie Puth admite que antes era muito cringe

Shout‑out de Taylor Swift acelera a virada de Charlie Puth, que abandona a pose cringy e lança álbum mais autêntico, com turnê e performance no Super Bowl

Photographs by SACHA LECCA. Video by MITCH SAAVEDRA
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  • Charlie Puth lança o quarto álbum, Whatever’s Clever!, com lançamento em 27 de março, apresentando produção mais leve, inspirada no jazz e com instrumentos ao vivo, e planeja turnê que inclui sua primeira apresentação no Madison Square Garden.
  • O cantor vai se apresentar no hino do Super Bowl, buscando uma performance vocal autêntica, e comentou sobre gravações de trechos prévios por motivos de palco.
  • A menção de Taylor Swift, dizendo que ele deveria ser um artista maior, serviu como motivação para ele se abrir mais e buscar músicas mais pessoais.
  • Do processo criativo, destaca-se a faixa I Used to Be Cringe, inspirada pela reação ao comentário de Swift, além de reconhecer episódios passados de superficialidade, como mudanças de visual e comportamento inadequado. Perto disso, ele comenta ter se casado com Brooke e esperar o primeiro filho.
  • O projeto reuniu colaborações com Kenny G, Michael McDonald e Kenny Loggins na faixa Cry, além de trabalhar com BloodPop; o músico ressalta a busca por voz mais humana e menos autotune diante de avanços de IA na música.

Charlie Puth lança o quarto álbum, Whatever’s Clever!, em 27 de março, marcando uma guinada sonora com produção leve, jazzística e impulsionada por instrumentos ao vivo. O projeto é visto como um amadurecimento artístico do cantor de 34 anos.

Com a nova abordagem, o repertório equilibra referências a Bruce Hornsby e Michael Jackson, numa sonoridade mais orgânica que prioriza a performance ao vivo. O objetivo é revelar o maestro por trás de hits como Attention e We Don’t Talk Anymore.

O lançamento coincide com grandes momentos na carreira do artista, incluindo a primeira apresentação de uma turnê em arenas, começando com Madison Square Garden, e a participação no Super Bowl, onde vai interpretar o hino nacional. O objetivo é ampliar o alcance sem perder intimidade.

Nova direção artística

Puth descreve o processo de transformar experiências pessoais em música mais aberta e honesta. As canções exploram momentos familiares e a busca por autenticidade após anos de experimentação sonora. O álbum também surge após apresentações em clubes de jazz em Nova York e Los Angeles.

A faixa I Used to Be Cringe nasceu de um momento cotidiano com a esposa Brooke, servindo de ponto de partida para o tema central do disco, que aborda transformação pessoal e a coragem de ser transparente. A canção encerra o trabalho, segundo o artista.

Parcerias e influência

O álbum inclui colaborações com nomes veteranos como Michael McDonald e Kenny Loggins, além de citar a participação de Kenny G em Cry, faixa dedicada ao pai do artista. O foco é ampliar horizontes musicais, mantendo a essência pop com influências de jazz.

Puth ressalta que a nova abordagem não busca perfeição técnica constante, mas expressão humana autêntica. Em entrevistas, ele aponta que a tecnologia de autotune excessiva dos primeiros anos ficou para trás.

Super Bowl e vida pessoal

A performance do hino no Super Bowl é descrita como desafio musical significativo, em que Puth busca inspiração sem buscar igualar interpretações históricas. O momento ocorre em meio ao nascimento do primeiro filho e a preparação para a tour mundial.

O artista também aborda obstáculos pessoais, como inseguranças com a voz e receios de desapontar fãs. A partir de mudanças de convivência e hábitos, ele enfatiza a importância de manter a integridade artística.

Expectativas e próximos passos

A turnê mundial ampliará o dinamismo entre shows intimistas e apresentações em grandes arenas. O objetivo é manter a proximidade com o público, sem abandonar a experiência de palco que caracterizou as apresentações anteriores.

Puth reforça que continuará buscando a verdade em suas composições, mesmo com o balanço entre vida familiar e carreira. O álbum Whatever’s Clever! chega ao público em março, acompanhado de nova fase criativa.

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