- Charlie Puth lança o álbum Whatever’s Clever! em 27 de março, seu quarto disco, com uma abordagem mais aberta e sonoridade airada, jazzy e com instrumentos ao vivo.
- O projeto marca uma nova fase, apontando para uma evolução artística após críticas anteriores e apresentações em clubes de Nova York e Los Angeles.
- O disco inclui colaborações com Kenny G, Michael McDonald e Kenny Loggins, e foi feito com a participação de BloodPop, destacando influências de jazz na música pop.
- Puth, de 34 anos, está casado e espera o primeiro filho; o ano também terá sua apresentação do hino national no Super Bowl e uma grande turnê, incluindo a primeira apresentação no Madison Square Garden.
- A experiência com a torcida de Taylor Swift, que o elogiou, é citada como parte de um processo de ser mais transparente e autêntico na música e na relação com o público.
Charlie Puth lança um álbum que marca uma guinada crítica em sua carreira. O artista estreia Whatever’s Clever!, com lançamento previsto para 27 de março, marcado por uma produção aberta, com instrumentos ao vivo e um estilo entre jazz suave e pop determinado. O trabalho aparece como possível novo início para um músico que já soma quatro álbuns.
Aos 34 anos, Puth atravessa um momento pessoal estável: é casado, espera o primeiro filho e mergulha em uma proposta que privilegia a autenticidade. O cantor relembra escolhas passadas e admite que o feedback crítico ajudou a moldar a nova direção musical. O retorno aos palcos locais revelou um show mais orgânico, com arranjos que valorizam o teclado e o toque de banda.
O que muda no som e na visão do artista
Antes da estreia, o músico realizou apresentações em clubes de Nova York e Los Angeles para testar o repertório e repaginar faixas antigas, como Attention e We Don’t Talk Anymore, com foco em uma leitura mais instrumental. Em entrevistas, ele destaca a influência de jazz e a presença de uma produção que busca simplicidade e emoção.
Taylor Swift, visibilidade e a mudança de rumo
O cantor comenta o impacto de reconhecimento público autorizado por uma menção de Taylor Swift, que disse que ele merece ser maior. A explicação central é sobre abrir-se mais ao público, entregando uma verdade musical que antes poderia soar como excesso de controle externo. A resposta foi acelerar a confiança no próprio estilo.
Colaboração com ícones da música
No processo criativo, Puth trabalhou com nomes veteranos do soul e do pop, incluindo Michael McDonald e Kenny Loggins, e também com BloodPop. Essas parcerias reforçam a ideia de que a música pop pode manter traços de jazz e de arranjos de piano que remetem a influências reconhecidas há décadas.
A arena, a responsabilidade e o Super Bowl
Além do álbum, Puth se prepara para uma temporada de shows em arenas, iniciando com uma performance da national anthem no Super Bowl. O artista descreve o desafio técnico de cantar diante de uma plateia massiva, mantendo a própria identidade vocal e respeitando referências históricas do hino.
Desafios pessoais, autoconhecimento e futuro musical
Puth revela que já utilizou autotune de forma exagerada em busca da aceitação do público, reconhecendo a necessidade de abraçar imperfeições na voz. Ele associa a estabilidade conjugal e a proximidade de familiares a um despertar criativo, sinalizando que o próximo ciclo poderá manter o foco na verdade artística.
O que esperar da vida fora dos palcos
Com a chegada de um filho, o artista admite a dificuldade de conciliar turnês e vida familiar. Planos incluem manter uma rotina que preserve a normalidade da criança, com apresentações selecionadas e participação direta em momentos-chave da carreira. O objetivo é manter a autenticidade sem perder a conectividade com o público.
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