- Colin Hay, ex-vocalista do Men at Work, disse não aprovar o uso de Down Under em manifestações do March for Australia.
- A declaração foi publicada nas redes sociais dele, com assinatura “Colin Hay (immigrant)”.
- Hay afirmou que a canção, que ele co-escreveu, não pertence a quem busca semear xenofobia e que é uma celebração de pluralismo.
- O March for Australia organiza protestos no país no dia 26 de janeiro, com o slogan “Nossa identidade nacional não será apagada”.
- Outros músicos também criticaram a utilização de músicas próprias nos atos, como John Williamson e o Living End.
Colin Hay, ex-vocalista da banda Men at Work, manifestou oposição à utilização da canção Down Under em manifestações associadas ao movimento March for Australia. O aviso chegou por meio de postagens nas redes sociais do músico, que nasceu na Escócia e imigrara para a Austrália na juventude.
Segundo Hay, Down Under foi coescrito por ele e não pertence àqueles que promovem mensagens xenófobas. Ele disse enfatizar que a música celebra a pluralidade, a inclusão e a união, não a divisão.
A controvérsia envolve manifestações nacionais marcadas para 26 de janeiro, sob a bandeira do lema Our national identity will not be erased. A organização March for Australia promove encontros e protestos por todo o país.
Reações de outros artistas
Músicos consagrados também contestaram o uso de faixas próprias nas ações do movimento. John Williamson afirmou, em rede social, que True Blue é de todos os australianos e não deve ser apropriada por grupos que promovam divisão. A Living End também criticou a utilização de músicas da banda em protestos, alegando que as canções visam unir e promover um ideally justo.
Consequências e contexto
Ainda não há relatos de medidas legais formais contra a utilização das músicas. Autoridades e organizadores não confirmaram se houve solicitações de autorização para os temas. As bandas citadas ressaltam a diferença entre o conteúdo musical e os objetivos dos atos públicos.
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