- Kashus Culpepper lançou o álbum de estreia Act I em 23 de janeiro, com dezoito faixas (dezassesse) incluindo uma introdução.
- O disco mistura country tradicional, soul, R&B e southern rock, com coautoria de Culpepper em todas as músicas e produção de Brian Elmquist.
- As gravações aconteceram entre o Garage, em Nashville, e Ivy Manor Studio, em Muscle Shoals, Alabama; Muscle Shoals tem papel central na trajetória do artista.
- O álbum conta com participações especiais de Marcus King e Sierra Ferrell.
- Culpepper, ex-bombeiro e participante da Marinha, ganhou notoriedade com uma versão viral de “Messed Up Kid” de Tyler Childers antes de assinar com a Big Loud.
Kashus Culpepper lançou seu álbum de estreia, Act I, em 23 de janeiro, consolidando-se como uma revelação da música country. O projeto chega com 18 faixas, 17 originais mais uma introdução, destacando a mistura de country tradicional, soul, R&B e Southern rock.
O artista atua como compositor e produtor do disco, gravado entre o Garage em Inglewood, Nashville, e Ivy Manor Studio, em Muscle Shoals, Alabama. O músico assina as canções com parceiros habituais como Natalie Hemby, Brent Cobb, Foy Vance, Anderson East e Rhett Akins, com Brian Elmquist na produção.
Culpepper, natural de Alexander City, Alabama, coleciona passagens pelo serviço público e pela Marinha, além de liderar bandas cover. Seu cover de Messed Up Kid, de Tyler Childers, ganhou notoriedade nas redes, abrindo portas para a assinatura com a gravadora Big Loud.
O álbum reserva duas participações especiais: Marcus King e Sierra Ferrell. Entre as faixas, Sou o Sul-nas palavras de Southern Man, com King executando slide guitar, e Alabama Beauty Queen, que aborda uma paixão antiga do músico.
O novo trabalho também retrata a vida de Culpepper até o lançamento, segundo o próprio artista. Ele descreve Act I como um “marco temporal” de sua vida e de sua evolução como compositor e produtor, apresentando várias facetas sonoras.
Muscle Shoals tem papel central para Culpepper. O artista ressaltou que a energia da cidade, berço de muitos ícones, influenciou a decisão de gravar ali e reforçou a intenção de manter vivas as tradições musicais locais.
A divulgação enfatiza que Act I é uma porta de entrada para o universo do músico, ao reunir histórias pessoais, referências de gênero e colaborações que moldaram o álbum desde o processo criativo até a mixagem final.
Entre na conversa da comunidade