- Bob Weir faleceu no mês passado, e a Rolling Stone publicou clipes da sua última entrevista em um episódio novo do Rolling Stone Music Now, além de relembrar a carreira do músico.
- O episódio traz uma entrevista nova com Warren Haynes e destaca momentos da trajetória de Weir, incluindo participações em projetos após a era Garcia.
- Haynes comenta a última conversa sobre formar um trio acústico com Dave Matthews, que acabou não ocorrendo.
- O guitarrista descreve a abordagem rítmica de Weir como compings feitos momento a momento, com variação entre os versos.
- Haynes afirma que não houve ressentimentos com a saída de Weir para Dead and Company, elogia a atuação de John Mayer e afirma ter visto mérito no projeto.
Bob Weir, estrela histórica do Grateful Dead, faleceu no início deste mês. A divulgação ocorre no contexto de uma nova edição do podcast Rolling Stone Music Now, que revisita a última entrevista que Weir concedeu à Rolling Stone. O episódio funciona como tributo e traz trechos da conversa, além de uma entrevista com Warren Haynes, guitarrista do Gov’t Mule, que acompanhou a formação pós Jerry Garcia em 2004 e 2009.
O podcast também traz um guia com momentos marcantes da carreira de Weir e novidades sobre a agenda de Haynes. Ouça nas plataformas Apple Podcasts ou Spotify, ou assista ao conteúdo integrado acima. Parte do material inclui as falas de Haynes sobre o que houve nos bastidores da banda na época de transição.
Entrevista final e tributo
Haynes descreve a última conversa real com Weir sobre a possibilidade de formar um trio acústico com Dave Matthews. O projeto nunca chegou a decolar, segundo Haynes, que relembra um evento particular no Brooklyn Bowl em que os quatro se reuniram para tocar juntos. Além disso, o músico afirma que houve várias conversas sobre levar o formato à estrada.
Detalhes da abordagem rítmica de Weir
O relato de Haynes esclarece a forma como Weir construía a guitarra elétrica. O músico improvisava de forma momentânea, não seguindo padrões repetitivos fixos, o que marcava cada verso de forma diferente. Segundo Haynes, esse método de compor na hora contribuía para uma identidade única do seu estilo de acompanhar os temas da canção.
Transição para Dead and Company e avaliação de Mayer
Haynes afirma não ter guardado ressentimentos com a entrada de John Mayer no Dead and Company, substituindo vocal e guitarra de Garcia. Ele aponta que a passagem de 2004 a 2009 foi uma oportunidade para explorar novas possibilidades ao lado de Mayer, cuja performance ele elogia como superando expectativas.
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