- Chad Hugo processa Pharrell Williams, alegando que tem direito a entre US$ 750 mil e US$ 1 milhão em ganhos não repassados de No One Ever Really Dies (2017), último álbum da NERD.
- Hugo acusa Williams de reter royalties, lucros de turnês e merchandising, além de se recusar a compartilhar documentos que esclareçam os ganhos, em cumprimento de um acordo operacional.
- Os advogados de Hugo dizem que o pedido de transparência foi ignorado ou atendido com documentação incompleta, configurando violação contratual.
- A defesa de Williams afirma que está em curso uma auditoria padrão e que, se houver dinheiro devido, será pago; ele nega conduta prejudicial e ressalta o respeito pela história em comum.
- Este é o segundo processo de Hugo contra Williams; em 2024, Hugo também acusou o músico de tentar controlar o uso da marca Neptunes, assunto que tramita em tribunal federal de marcas.
Chad Hugo processa Pharrell Williams por supostos ganhos não pagos relativos ao último álbum do duo NERD, No One Ever Really Dies, lançado em 2017. Hugo alega que Williams deve até 1 milhão de dólares a ele, derivado de royalties e lucros de turnê e merchandising.
Segundo a ação, Hugo busca esclarecimentos sobre as receitas que lhe cabem desde o projeto no conjunto de empresas do grupo. Os advogados de Hugo afirmam que as exigências de transparência financeira foram ignoradas ou respondidas de modo incompleto, violando o acordo de operação.
A defesa de Williams afirma que está ocorrendo uma revisão contábil padrão e que, se houver dívida, o pagamento será feito pela parte devida. O representante de Williams também destacou que o artista sempre atuou de boa fé e espera resolver a questão preservando a história em comum com Hugo.
Situação legal e pedidos
A ação marca a segunda disputa movida por Hugo contra Williams. Em 2024, Hugo apresentou acusações envolvendo o uso do nome Neptunes, tramitando em tribunal federal de marcas. A defesa de Williams já indicou surpresa com a nova ação e disse estar disposta a compartilhar a propriedade e a administração da marca.
Contexto adicional envolve disputas históricas de direitos autorais ligadas aos Neptunes. Em casos anteriores, artistas como Kelis acusaram questões de royalties, e Beyoncé enfrentou controvérsias relacionadas a interpolação de músicas, tudo em um contexto de negociações de direitos que permanece em aberto.
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