- Joyce Manor, banda de pop-punk da Califórnia, lança o álbum I Used to Go to This Bar, produzido por Brett Gurewitz, com faixas mais rápidas.
- A ideia de acelerar The Opossum levou a versão acelerada, que agradou a banda e acabou ajudando no tom geral do disco.
- Brett Gurewitz, cofundador do Bad Religion, assina a produção e é mentor da banda desde a assinatura com a Epitaph Records em 2013.
- O álbum combina punk com elementos de rockabilly/cowpunk, incluindo harmonicas e guitarras ágeis, buscando mais clareza e punch.
- O grupo ganhou visibilidade nacional, participou de John Mulaney’s Everybody’s in L.A. em 2022 e fará sua estreia no Coachella neste ano.
Joyce Manor, banda californiana de pop-punk, trabalha em um novo disco que é considerado o melhor de sua discografia. O processo foi influenciado por Brett Gurewitz, cofundador do Bad Religion e produtor do álbum.
Inicialmente relutante com a ideia de faixas mais rápidas, o vocalista Barry Johnson acabou aceitando o desafio. Um ensaio de última hora resultou na versão acelerada de The Opossum, que agradou a banda e o produtor.
O envolvimento de Gurewitz vai além da produção: ele é mentor e proprietário da gravadora Epitaph, que assinou Joyce Manor em 2013. Seu retorno ao som da banda ajudou a moldar a estética do disco.
Novo som e referências
I Used to Go to This Bar chega com energia de rockabilly/ cowpunk, misturando harmônicas e guitarras cintilantes. A produção valoriza clareza e impacto sonoro, segundo os integrantes.
Chase Knobbe relembra que a velocidade de trabalho do produtor impôs precisão e vigor às performances, ajudando a consolidar o tom enérgico do álbum.
O grupo também retoma temas de suas fases anteriores, com letras que exploram abuso de substâncias e alcoolismo do passado. A banda busca equilíbrio entre nostalgia e realismo cru.
A fase atual e projeções
Ao longo de quase duas décadas, Joyce Manor mantém uma linha coesa de live sessions e lançamentos consistentes. Em 2022, mostraram seu som no programa de John Mulaney, abrindo espaço para o debut no Coachella neste ano.
Balanço da banda indica satisfação com o patamar atual: a visibilidade aumentou, mas sem perder a essência de underground. Os membros destacam a importância de manter a identidade após anos de carreira.
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