- Flor Gil, 17 anos, vive nos Estados Unidos e concilia escola de ensino médio com a carreira musical.
- Em entrevista à revista Quem, ela fala sobre a educação musical no exterior e a vontade de voltar ao Brasil.
- A tia Preta Gil, falecida em 2025, inspira a jovem e influenciou a formação artística e a visão de vida da cantora.
- Flor comenta a ideia de transformar as cinzas da tia em diamantes, escolhendo um local que represente Preta para guardá-los.
- Em lançamentos recentes, ela apresentou Cinema Love e Melíflua, além de abordar releituras de canções de Tom Jobim, Caetano Veloso e de seu avô, Gilberto Gil.
Flor Gil, de 17 anos, vive nos Estados Unidos, onde concilia a rotina de estudante do Ensino Médio com a carreira musical. Em entrevista exclusiva, a jovem fala sobre a vida longe de casa, a influência do avô Gilberto Gil e a lembrança da tia Preta Gil.
Aos poucos, a experiência nos EUA é determinante para o mergulho na música. Flor está em uma escola de música, enquanto se prepara para voltar ao Brasil, onde o peso do sobrenome é percebido de forma diferente, mas a curiosidade dos colegas aumenta a admiração pelo talento da família.
A tia Preta Gil faleceu em 2025, aos 50 anos, nos Estados Unidos, durante um tratamento contra o câncer. A morte serve como referência para Flor, que relembra a época em que Preta apresentava a sobrinha à imprensa como talento em ascensão.
Tributo à tia Preta Gil
Flor relata que as cinzas da tia foram transformadas em diamantes, uma ideia que simboliza a presença de Preta na família. A decisão foi de manter os diamantes de forma compartilhada, com uma parte reservada a quem quis participar dessa homenagem.
Ela relembra momentos marcantes com Preta, especialmente os carnavais e as festas de aniversário da tia, que sempre organizava grandes celebrações. Esses relatos reforçam a inspiração que Preta deixou para a jovem cantora.
Entre os projetos recentes, Flor lançou Cinema Love no início de 2025, seu primeiro disco com faixas autorais em inglês e português. No fim do ano, veio o EP Melíflua, com releituras de clássicos de Tom Jobim, Caetano Veloso e do avô Gilberto Gil.
Ela descreve Melíflua como uma oportunidade de explorar uma voz mais crua, com violão de Gilberto Gil e uma sonoridade sofisticada. O EP inclui releituras de Duplo Sentido, Corcovado, Dindi e Avarandado, demonstrando a brasilidade da artista.
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