- Luísa Sonza, de 27 anos, falou à Quem sobre a versatilidade da carreira e a visão do público sobre artistas pop.
- A cantora rebate a ideia de que projetos fora do pop seriam uma “validação artística” e diz que, para ser fenômeno pop, é preciso ser uma artista completa.
- Ela afirma que o pop é uma cultura que envolve canto, dança, narrativa visual e performance, vão além da música.
- Luísa citou artistas que transitam entre estilos, como Lady Gaga e Beyoncé, para ilustrar a circulação entre ritmos.
- Ela lançou o projeto Bossa Sempre Nova, com Roberto Menescal e Toquinho, e defende que transitar por gêneros é expansão natural de sua identidade artística, não ruptura.
Luísa Sonza defende a versatilidade do pop e rebate a ideia de que projetos fora do gênero seriam apenas uma validação artística. Em conversa exclusiva com a revista Quem, a artista afirmou que ser referência no pop exige ser completa e abrange canto, dança, performance e construção de narrativas visuais. Ela destaca que o pop é uma cultura, não apenas música.
A cantora citou exemplos internacionais de artistas que transitaram entre estilos, como Lady Gaga com Tony Bennett e Beyoncé, para ilustrar que a mobilidade entre ritmos é comum entre nomes de destaque do gênero. Ela reforçou que essa circulação não diminui o impacto, mas amplia a atuação artística.
Lançamento do projeto Bossa Sempre Nova
Luísa Sonza lançou recentemente o projeto Bossa Sempre Nova, desenvolvido com Roberto Menescal e Toquinho. O anúncio ocorreu no início deste mês, trazendo releituras contemporâneas de temas que atravessam décadas. Segundo a artista, a iniciativa aponta para uma leitura atual do gênero.
Ela também comentou sobre o preconceito ainda existente em relação ao pop, que muitas vezes é visto de forma rasa ou até machista. Para a intérprete, o pop exige dedicação e preparo semelhantes aos de outros nichos, o que justifica explorar novas sonoridades como uma extensão natural da identidade artística.
Ao falar de seu percurso, Luísa ressaltou que a performance envolve múltiplas camadas: canto, coreografia, produção de clipes, criação de imagens e narrativa de letras. A ideia central, segundo ela, é que o conjunto de habilidades compõe o que caracteriza um artista completo dentro do pop.
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