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Ensaios de sete minutos de Bieber e mais segredos dos Grammys 2026

Bieber ensaiou sete minutos para o Grammy, enquanto a produção apostou em shows minimalistas e soluções criativas diante de contratempos

Justin Bieber
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  • Justin Bieber precisou de apenas uma passagem para ensaiar seu número no Grammy, totalizando cerca de quinze minutos de preparação, com o look final escolhido na hora.
  • Lady Gaga chegou a tempo de show vindo do Japão e fez uma apresentação minimalista, com foco na banda e uma reinterpretação poderosa de Abracadabra; imagens com close de máscara foram capturadas por braço robótico.
  • Bad Bunny não pode se apresentar devido a restrições da NFL; a solução foi envolvendo o público com Noah no palco e uma orquestra tocando a música dele.
  • Lauryn Hill comandou a homenagem In Memoriam, expandindo a performance para prestar tributo a D’Angelo e Roberta Flack, com participação de outros artistas e foco emocional.
  • A medley de Melhor Novo Artista passou de cinco para oito intérpretes, com chance de dividi-la em dois blocos no próximo ano, por ser tecnicamente desafiadora.

Justin Bieber teve apenas uma passagem de ensaio para a apresentação no Grammy de 2026, de acordo com Ben Winston, produtor executivo. O intérprete revisou a performance de Yukon em menos de 15 minutos, dentro de uma sessão de 90 minutos. O encontro ocorreu no palco durante os preparativos do show. A equipe optou por manter o visual do artista sem definição prévia de figurino.

Lady Gaga chegou ao local na manhã da apresentação vindo do Japão, sem tempo de ensaiar com dançarinos. A performance ganhou contorno minimalista, com foco na banda e uma reinterpretação pesada de Abracadabra, sob direção de Andrew Watt. A equipe diz que a proposta foi resultado de uma logística desafiadora, com impacto criativo significativo.

Bad Bunny não pôde se apresentar devido a cláusulas contratuais ligadas à janela de exclusividade com a NFL. A solução adotada pela produção foi explorar a presença dele no palco de forma indireta, com uma banda marcial acompanhando a música e o artista em posição de interação no coro da apresentação.

Bruno Mars alterou a abertura minutos antes do show. O número original, uma montagem com a colaboração Rosé, ganhou uma versão mais enérgica após novas leituras durante os ensaios com a banda The Hooligans, buscando maior impacto para o espetáculo de abertura.

Sabrina Carpenter adicionou um corvo vivo à apresentação quase no final dos trabalhos. A sugestão partiu da equipe de produção e foi incorporada sem atraso, após avaliação de logística e segurança, enriquecendo o visual da performance.

In Memoriam e novidades no lineup

Lauryn Hill assumiu o comando da homenagem a D’Angelo e Roberta Flack, elevando o tempo da sequência para cerca de 11 minutos. A intérprete reorganizou arranjos e incluiu uma referência simbólica ao teclado de D’Angelo, mantendo o tom de tributo aos artistas citados.

A medley de Melhor Novo Artista ganhou oito participantes neste ano, ampliando o desafio técnico. A equipe de produção avalia dividir o número em dois blocos no futuro para manter a qualidade sem risco de falhas técnicas.

Política e controvérsias

Os produtores afirmam que não houve impedimento para discursos políticos durante as falas dos artistas. O foco esteve em permitir que cada performer expusesse sentimentos e mensagens pertinentes ao momento, sem restrições.

Trechos de bastidores apontam também que houve um episódio envolvendo comentários de Donald Trump sobre Trevor Noah. A equipe recusou qualquer interpretação além do relato de que o apresentador manteve o tom de humor típico do programa.

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