- Finneas defendeu Billie Eilish após a controvérsia sobre o discurso anti-ICE no Grammys 2026.
- Billie afirmou que “nenhum é ilegal em terra roubada” e ganhou a música do ano com “Wildflower”.
- Finneas postou no Threads que “vemos seus nomes nos arquivos de Epstein” e que houve indignação de homens brancos mais velhos.
- Kehlani também se posicionou contra o ICE, e Bad Bunny fez uma fala com tom similar durante o evento.
- A tribo Tongva elogiou Billie pela visibilidade histórica, destacando a necessidade de referência explícita à tribo em futuras discussões.
Billie Eilish teve o apoio do irmão Finneas após críticas à sua fala anti-ICE no Grammys 2026, no domingo passado. O comentário ocorreu durante a aceitação do prêmio de canção do ano pela música Wildflower.
Finneas, de 28 anos, usou a rede social Threads para responder à onda de indignação de parte da plateia, apontando que muitos críticos são homens brancos mais velhos. Ele afirmou que há resistência a posições públicas da irmã.
O Grammys também registrou a presença de Eilish e Finneas usando pins com a mensagem ICE OUT, símbolo de repúdio à agência de imigração dos EUA. A cerimônia ocorreu em Los Angeles, com diversos artistas presentes.
No palco, Billie defendeu que ninguém é ilegal em terras ocupadas, em referência à história de colonização, destacando a importância de continuar a luta por direitos civis. Em seguida, a artista agradeceu a aclamação recebida.
Bad Bunny também trouxe uma mensagem com o mesmo tema durante a cerimônia, reforçando que o público é composto por pessoas que merecem respeito e que a mudança pode ocorrer por meio da união e do diálogo.
Ao longo da cobertura, a Tongva, povo tradicional da área onde fica a casa de Eilish, elogiou a visibilidade dada ao histórico do país, ressaltando, porém, a necessidade de referências explícitas ao povo indígena em futuras discussões.
Antes do encerramento, outros artistas foram mencionados pela presença de ações de marcada oposição à política de imigração, enquanto rumores sobre declarações futuras de outros nomes da indústria passaram a circular nos veículos de entretenimento.
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