- Bad Bunny fez o show do intervalo do Super Bowl no Levi’s Stadium, celebrando Porto Rico, com participação surpresa de Lady Gaga e homenagem a Daddy Yankee; a audiência mundial foi de 135 milhões de pessoas, segundo a NBC.
- O show contou com cenas que destacaram a cultura porto-riquenha, incluindo a abertura com Tití Me Preguntó e passagens por La Casita, onde houve apresentações de Safera e Party; celebridades como Pedro Pascal, Karol G, Cardi B e Jessica Alba acompanharam a apresentação.
- O momento incluiu a aparição de Ricky Martin em Lo Que Le Pasó a Hawaii, a exibição da bandeira porto-riquenha e a performance de El Apagón; Bad Bunny encerrou com Café con Ron e anunciou “Deus abençoe a América”.
- A apresentação foi alvo de críticas de Donald Trump, que afirmou, em Truth Social, que o show foi terrível e em grande parte em espanhol; o presidente ainda disse que não representa os padrões de sucesso e comentou a dança como inadequada para crianças.
- A performance ajudou a reforçar a presença do reggaeton na cultura mainstream dos Estados Unidos.
Bad Bunny realizou o show de intervalo do Super Bowl no Levi’s Stadium, em Sunday, apresentando uma celebração da cultura porto-riquenha. O show contou com participação surpresa de Lady Gaga e uma homenagem a Daddy Yankee, gerando grande repercussão global. A apresentação marca um recorde de audiência para o evento.
A NBC informou que o show reuniu 135 milhões de espectadores em todo o mundo, tornando-se a apresentação mais assistida da história do intervalo do Super Bowl. Bad Bunny abriu com Tití Me Preguntó, em meio a cenários que retratavam a vida em Porto Rico.
No palco principal, o rapper se destacou com números que incorporaram raízes locais. Em La Casita, elementos de cultura porto-riquenha ganharam destaque com Yo Perreo Sola, Safaera e Party, enquanto celebridades como Pedro Pascal, Karol G, Cardi B e Jessica Alba acompanharam a performance.
Ricky Martin surgiu para interpretar Lo Que Le Pasó a Hawaii, enquanto Bad Bunny hasteava a bandeira de Porto Rico. O astro encerrou com El Apagón e Café Con Ron, seguido de um desfile de bandeiras e o grito Deus abençoe a América.
Durante a apresentação, houve uma mensagem exibida no estádio destacando o amor como resposta ao ódio, e o público acompanhou a despedida com DtMF, faixa-título do álbum Debí Tirar Más Fotos, que concorreu ao Grammy.
Reações e críticas
Donald Trump comentou a apresentação em Truth Social, classificando o show como terrível e criticando o uso dominante do espanhol. O ex-presidente afirmou que o espetáculo não representa padrões de sucesso dos EUA.
As críticas também foram dirigidas por alguns conservadores, que questionaram a decisão da NFL de privilegiar artistas com foco cultural latino. Não houve explicação oficial sobre a escolha do elenco destacado durante o show.
O evento consolidou o papel do reggaeton no cenário musical norte-americano, segundo analistas ouvidos pelo portal. A apresentação foi tida como marco para a indústria musical latina no maior palco esportivo.
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