- Bad Bunny apresentou o show de intervalo do Super Bowl LX, em 8 de fevereiro de 2026, celebrando a história e a cultura puertorriquenha.
- O espetáculo reuniu referências da identidade caribenha, com cenas de capacetes, casitas e participação de artistas e comunidades locais, além de homenagens a ícones do reggaeton e da música latina.
- O show incluiu figurinos e números marcantes, como a apresentação de cânones de percussão e a aparição de convidados, incluindo Lady Gaga em certa parte da apresentação.
- Houve momentos políticos, como a menção explícita a ICE e a afirmação de que “we are Americans”, além de uma mensagem de continuidade da identidade porto-riquenha.
- O desempenho também destacou a obra Debí Tirar Más Fotos, com momentos de reflexão sobre a situação de Porto Rico e seus desdobramentos econômicos e sociais.
Bad Bunny realizou o show de meio tempo do Super Bowl LX, em 8 de fevereiro de 2026, no Levi’s Stadium, em Santa Clara, Califórnia. O documento oficial aponta uma apresentação intensa, com referências à história e à cultura porto-riquenha, e mensagens políticas sutis ao longo do espetáculo. A performance integrou temas de identidade, resistência e celebração.
A produção contou com ambientação que exaltou a vida comunitária de Porto Rico, incluindo elementos de jíbaro, vendedores e esportistas locais. Benito vestiu traje branco e uma jaqueta com o ano de nascimento da mãe, 1964, reforçando ligação afetiva com a origem. A encenação incluiu momentos de perreo, dança e passagens por cenários diversos.
Desempenho e temas centrais
O set list privilegiou hits de reggaeton e música urbana, com bleeps de FCC em trechos marcados por censura. Em momentos-chave, houve referência à infraestrutura energética de Porto Rico e ao cotidiano da ilha, harmonizando festa e reflexão sobre desigualdades.
Convidados e palco
Lady Gaga acompanhou parte do show em uma performance conjunta, seguida de encontro com Bad Bunny em um momento de Baile Inolvidable. A apresentação também contou com participações de artistas e cenas que remeteram a comunidades latinas presentes nos EUA.
Contexto político e histórico
Benito abriu o programa com menção a ICE, destacando a humanidade dos imigrantes. A narrativa musical relembrou a resiliência da população porto-riquenha, conectando o palco a questões de identidade e soberania cultural, sem abrir mão da celebração do talento local.
Encerramento e legado
Ao final, o artista destacou união entre países das Américas, repetindo a ideia de que a comunidade latina está presente além das fronteiras. O show foi visto como uma homenagem à cultura porto-riquenha e ao papel da diáspora na cena musical global.
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