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Empresa solicita bloqueio de bens de Chen, Baekhyun e Xiumin do EXO

SM Entertainment solicita bloqueio de bens de Chen, Baekhyun e Xiumin para garantir 10% da receita de atividades individuais, em disputa desde 2023

Chen, Baekhyun e Xiumin, CBX, do EXO — Foto: Divulgação/INB100
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  • A SM Entertainment pediu bloqueio preventivo de bens de Chen, Baekhyun e Xiumin, do EXO, para assegurar valores equivalentes a 10% da receita de atividades individuais, conforme acordo de junho de 2023, totalizando 2,6 bilhões de wons (cerca de R$ 10 milhões).
  • Bens alvo são: direito ao depósito de aluguel da residência de Chen (300 milhões de won), apartamento de Baekhyun em Guri (1,6 bilhão de won) e apartamento de Xiumin em Yongsan (700 milhões de won).
  • A controvérsia envolve o grupo EXO-CBX e um atrito com a SM desde 2023, relacionado à rescisão contratual e transparência de prestações de contas; a empresa acusa a Big Planet Made Entertainment, ligada ao trio, de aliciamento contratual e firmou acordo para que atividades do EXO ficassem com a SM, enquanto atividades individuais ficariam sob INB100, com 10% da receita à SM.
  • Em 2024, o trio disse que a SM não cumpria o acordo e continuou recebendo royalties, o que levou à retomada do processo judicial para exigir o cumprimento do contrato de exclusividade.
  • Em 2025, o Ministério da Cultura sul-coreano afirmou que não houve irregularidades, e a ausência do CBX no comeback do EXO, em dezembro, foi destacada; a SM afirmou que o repasse de 10% ainda não foi cumprido e ressaltou esforços para reconstruir a confiança entre as partes.

A SM Entertainment ajuizou uma ação para bloquear preventivamente os bens de Chen, Baekhyun e Xiumin, integrantes do EXO. O objetivo é assegurar valores equivalentes a 10% da receita de atividades individuais do trio, conforme acordo de 2023. O pedido soma 2,6 bilhões de wons (cerca de R$ 10 milhões).

O processo cita bens bloqueados: o direito ao depósito de aluguel da residência de Chen, estimado em 300 milhões de won; o apartamento de Baekhyun em Guri, avaliado em 1,6 bilhão de won; e o apartamento de Xiumin em Yongsan, em torno de 700 milhões de won.

Conflito entre o grupo e a empresa vem desde 2023, quando CBX pediu rescisão contratual por falta de transparência. A SM acusa a INB100, ligada à Big Planet Made Entertainment, de aliciamento contratual. Um acordo previa que atividades coletivas ficassem com a SM; ações individuais com a INB100, com 10% da receita para a gravadora.

Em 2024, a SM afirmou que o acordo não era cumprido e que royalties continuavam a ser pagos pelos Members. Com isso, o processo passou a exigir o cumprimento do contrato de exclusividade, levando a nova etapa jurídica.

Em 2025, o Ministério da Cultura da Coreia do Sul declarou não ter ocorrido irregularidades associadas às alegações do trio. A ausência de CBX no comeback do EXO em dezembro foi registrada, já que o grupo retomou atividades após o serviço militar.

A SM confirmou que a participação em atividades de grupo exigiu esforços para reconstruir a confiança entre as partes, citando prejuízos à equipe e aos fãs. A agência reiterou que o repasse de 10% ainda não foi cumprido integralmente.

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