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Gene Simmons critica Hall da Fama por homenagem ao hip-hop: não fala minha língua

Gene Simmons critica a Hall da Fama do Rock and Roll por homenagear hip-hop, dizendo que o gênero não fala a sua língua e questionando critérios de inclusão

Gene Simmons
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  • Gene Simmons, do Kiss, critica a Rock and Roll Hall of Fame por homenagear o hip‑hop.
  • Ele afirma que hip‑hop, opera e orquestras não pertencem ao Hall e questiona por que a Orquestra Filarmônica de Nova York não entra no museu.
  • Simmons cita uma troca de mensagens com Ice Cube sobre o “espírito” do rock e pergunta quando Led Zeppelin entrará no Hip Hop Hall of Fame.
  • O rapper Ice Cube já havia dito, em 2015, que o rap é parte do espírito do rock and roll, conforme entrevista ao Rolling Stone.
  • Em 2017, Simmons afirmou que o rock and roll está morto e citou uma sequência de ícones para questionar quem seria o novo “Beatles”.

Gene Simmons, vocalista do Kiss, voltou a criticar a Rock Hall of Fame pela homenagem a artistas de hip-hop, afirmando que o gênero não pertence à instituição dedicada ao rock. O comentário foi feito em entrevista ao podcast LegendsNLeaders.

Simmons criticou também a participação de ópera e música clássica na edição da entidade, questionando por que a filarmônica de Nova York, por exemplo, não integraria a Rock Hall. Ele reforçou que vê o hip-hop como uma expressão diferente de linguagem musical.

A discussão não é inédita. Em 2015, Ice Cube já tinha dito que rap faz parte do espírito do rock and roll, destacando que o gênero incorpora elementos de várias tradições anteriores. Simmons também comentou que, segundo ele, o rock tradicional vive um momento de mudança de estilo.

Contexto da discussão

O artista citou que houve divergência com Ice Cube sobre o que caracteriza a essência do rock. No passado, Cube defendeu que o rap dialoga com o rock ao captar o mesmo espírito, ainda que siga caminhos distintos. As falas aparecem no contexto de debates sobre a inclusão de gêneros diversos na apreciação do rock.

Simmons explicou ainda sua visão de que a história do rock tem datas-chave entre 1958 e 1988, citando ícones como Elvis, Beatles, Rolling Stones e Prince. Ele ressaltou que, para ele, não haveria uma nova geração de bandas com o mesmo impacto desses nomes.

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