- A ministra das Mulheres, Márcia Lopes, e deputados da base do presidente Lula desfilarão pela escola de samba Acadêmicos do Tatuapé, em São Paulo, com enredo em homenagem ao MST no carnaval deste ano.
- O tema, “Plantar para Colher e Alimentar: Tem Muita Terra Sem Gente e Muita Gente Sem Terra”, foca na Reforma Agrária e na agricultura familiar.
- Participam da escola Márcia Lopes, os deputados Rosa Amorim, Valmir Assunção, João Daniel, Marina Santos, Orlando Silva e Missias Bezerra.
- Lideranças do MST já confirmadas também, incluindo João Pedro Stedile, Divina Lopes e João Paulo Rodrigues, além de Raí e Chico Pinheiro.
- A outra escola, Acadêmicos de Niterói, no Rio de Janeiro, pode enfrentar ação judicial por suspeita de propaganda eleitoral irregular relacionada ao desfile.
A ministra das Mulheres, Márcia Lopes, e deputados da base do presidente Lula vão desfilar pela escola de samba Acadêmicos do Tatuapé, em São Paulo, no carnaval deste ano. O enredo homenageará o MST, com narrativa que defende a reforma agrária e a agricultura familiar. O desfile ocorre na madrugada de sábado, 14, na capital paulista.
Além de Márcia Lopes, integram o elenco oficial da agremiação os deputados Rosa Amorim, Valmir Assunção, João Daniel, Marina Santos, Orlando Silva e Missias Bezerra. Líderes do MST também participarão, como João Pedro Stedile, Divina Lopes e João Paulo Rodrigues, além de Raí e Chico Pinheiro.
O enredo, batizado de Plantar para Colher e Alimentar: Tem Muita Terra Sem Gente e Muita Gente Sem Terra, foi construído em parceria com o MST. A ideia é apresentar a Reforma Agrária Popular como tema central do desfile e ampliar o alcance da pauta entre o público da avenida.
Desfile de Niterói sob questionamento jurídico
O desfile da Acadêmicos de Niterói, no Rio de Janeiro, recebe atenção legal devido a suspeitas de propaganda eleitoral antecipada. Parlamentares defendem a suspensão ou impedimento do desfile, citando possível desvio de finalidade de verbas federais destinadas às escolas.
Uma ação popular envolve improbidade administrativa e violações a princípios de moralidade e impessoalidade. O caso tramita em meio a disputas sobre repasses públicos para a agremiação, com pedido para que, se o evento não for suspenso, não tenha transmissão televisiva.
O contexto envolve ainda o uso de recursos oficiais. O termo de cooperação entre Embratur e a Liesa prevê repasse de 12 milhões de reais a grupos do Grupo Especial, com milhões destinados a cada escola, para promover o Brasil como destino turístico.
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