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Carnaval RJ: escolas do Grupo Especial desfilam na última noite

Última noite do Grupo Especial desfila as quatro escolas restantes na Sapucaí, com a disputa do título de 2026 em aberto

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  • Na terceira e última noite do Carnaval do Rio de Janeiro, as quatro escolas do Grupo Especial — Paraíso do Tuiuti, Unidos de Vila Isabel, Acadêmicos do Grande Rio e Acadêmicos do Salgueiro — desfilam pela Marquês de Sapucaí.
  • Paraíso do Tuiuti abriu a noite com o enredo Lonã Ifá Lukumi, celebração da religiosidade afro-cubana, liderada pelo carnavalesco Jack Vasconcelos; a escola levou 25 alas, 5 carros alegóricos, 1 tripé e 3.100 componentes, concluindo o desfile em menos de oitenta minutos.
  • Unidos de Vila Isabel trouxe o enredo sobre Heitor dos Prazeres, “Macumbembê, Samborembá: Sonhei que um Sambista Sonhou a África”; Sabrina Sato foi rainha de bateria, e houve um atraso quando um carro ficou preso sob um viaduto, que precisou ser parcialmente desmontado antes de seguir.
  • Acadêmicos do Grande Rio apresentou o manguebeat, movimento cultural de Recife, que mistura ritmos regionais com rock e hip-hop; Virginia Fonseca estreou como rainha de bateria, recebeu vaias durante a entrada e uma baiana desmaiou durante o aquecimento.
  • O Salgueiro fecha a noite do Grupo Especial, com enredo dedicado a Rosa Magalhães, desenvolvido pelo carnavalesco Jorge Silveira e pelo enredista Leonardo Antan.

O Carnaval do Rio de Janeiro chegou à sua terceira e última noite do Grupo Especial, nesta terça-feira (17). Quatro escolas abriram e fecham a escala de desfile na Marquês de Sapucaí, consolidando a programação que define o título de 2026. O público lotou arquibancadas e camarotes, acompanhando cada momento das apresentações.

A ordem de desfile manteve o ritmo esperado: Paraíso do Tuiuti, Unidos de Vila Isabel, Acadêmicos do Grande Rio e Acadêmicos do Salgueiro apresentaram suas-enredos na avenida, buscando a taça no final da noite. A cobertura analisa os desfechos, a recepção do público e os primeiros impactos de cada proposta artística.

Paraíso do Tuiuti

A Paraíso do Tuiuti abriu a noite com o enredo Lonã Ifá Lukumi, que retrata a vertente religiosa afro-cubana. O carnavalesco Jack Vasconcelos assina a proposta para São Cristóvão. O intérprete Pixulé cantou Orunmila, conectando ancestralidade iorubana entre África, Cuba e Brasil. Mayara Lima desfilou como rainha de bateria, que contou com 25 alas, cinco carros e 3100 componentes. O tempo total ficou próximo de 80 minutos, respeitando o limite da escola.

Unidos de Vila Isabel

A Unidos de Vila Isabel levou o enredo sobre Heitor dos Prazeres, intitulado Macumbembê, Samborembá: Sonhei que um Sambista Sonhou a África. A autoria é de Leonardo Bora, Gabriel Haddad e Vinicius Natal, dupla que estreia na Vila após passagem pela Grande Rio. Sabrina Sato, rainha de bateria, teve o apoio do marido, Nicolas Prattes, em momentos antes de entrar na avenida. Um imprevisto ocorreu quando um carro alegórico ficou preso sob viaduto, exigindo desmontagem emergencial para permitir a passagem. A estrutura foi reparada rapidamente e a escola seguiu o desfile.

Acadêmicos do Grande Rio

A Grande Rio apresentou um enredo sobre o manguebeat, movimento originado em Recife na década de 1990, que mistura maracatu, rock, hip-hop e música eletrônica. A proposta visa antropofagizar influências globais e locais, discutindo desigualdade social e questões ambientais. Virginia Fonseca estreou como rainha de bateria, transmitindo a preparação em live na Twitch. Durante o aquecimento, a apresentadora enfrentou vaias ao ser anunciada no cargo. Uma baiana da escola chegou a desmaiar diante dos jurados, gerando preocupação entre o público presente.

Acadêmicos do Salgueiro

Fechando o desfile do Grupo Especial, o Salgueiro homenageia a carnavalesca Rosa Magalhães, falecida em 2024, com o enredo A delirante jornada carnavalesca da professora que não tinha medo de bruxa, do bacalhau e do pirata da perna-de-pau. A gestão criativa fica a cargo de Jorge Silveira, que chegou à escola em 2025, com a colaboração de Allan Barbosa e Ricardo Hessez.

Contexto e desdobramentos têm sido acompanhados por analistas e pela imprensa especializada. A cobertura de hoje destaca a diversidade de propostas, a recepção do público e os contratempos ocorridos, mantendo o foco na busca pelo título de 2026.

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