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Ex-membros do Live exigem que Ed Kowalczyk pare de usar o nome da banda

Ex-membros de Live enviam cessar e desistir a Ed Kowalczyk, argumentando que a licença da marca foi revogada pela Action Front Unlimited

Ed Kowalczyk in 2025.
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  • Chad Taylor e Chad Gracey divulgaram uma carta de cessar e desistir destinada a Ed Kowalczyk, afirmando que ele não pode mais usar o nome Live em negócios.
  • A Action Front Unlimited, dona das marcas do Live, informou que a licença da marca LIVE foi revogada em 16 de fevereiro de 2026.
  • A carta restringe o uso do nome em turnês, merchandising, gravação, publicidade, branding ou qualquer outra atividade comercial.
  • Não houve resposta imediata de Kowalczyk, da banda Live ou de seus representantes à reportagem.
  • O histórico envolve separação do Live em 2009, disputas legais ao longo dos anos e controvérsias sobre qual formação poderia usar o nome; em 2022 Kowalczyk passou a liderar a dupla sob uma formação substituta, enquanto o grupo com Taylor/Gracey enfrentou processos e resolveu disputas entre 2023 e 2024.

Two ex-membros da banda Live enviaram um aviso formal para Ed Kowalczyk, antigo vocalista, contestando o uso do nome da banda. Em 16 de fevereiro de 2026, a Action Front Unlimited, proprietária das marcas do Live, revogou os direitos de Kowalczyk de usar a marca. O recado foi compartilhado nas redes sociais pelos músicos.

Chad Taylor, guitarrista, divulgou capturas do documento de cessação em seu Instagram, citando a revogação da licença de uso da marca. O texto afirma que Kowalczyk não pode mais explorar o nome LIVE em atividades comerciais, como turnês e mercadorias. Gracey repostou a mesma mensagem com a legenda Revoked.

A ação, intitulada Re: Formal Notice of Termination and Revocation of Trademark License and All Purported Rights — LIVE Marks — Cease and Desist Demand, detalha termos legais sobre acordos e aponta que a Action Front Unlimited busca impedir Kowalczyk de usar o nome em atividades turísticas, de gravação, publicidade e branding.

Desenvolvimento da disputa

Representantes de Live e de Kowalczyk não comentaram ao Rolling Stone até a publicação deste texto. A banda Live ganhou popularidade nos anos 90, estourando com Selling the Drama e Lightning Crashes, e se formou em York, Pensilvânia. O grupo se separou em 2009, após longa trajetória e disputas internas.

Em 2010, ex-membros não vocalistas moveram uma ação por quebra de contrato contra Kowalczyk, alegando negócios de publicação sem remuneração. Em 2012, Taylor, Gracey e Dahlheimer processaram Kowalczyk por infração de marca. Kowalczyk contestou. A banda se reuniu posteriormente com a entrada de Chris Shinn, retornando oficialmente em 2016.

Contexto recente

Em 2022, Kowalczyk supostamente afastou os demais membros, passando a liderar uma formação que viajou como Live. Os outros músicos reagiram com novas ações judiciais, que foram encerradas no ano passado. Em 2023, a mídia acompanhou a dissolução do grupo e o acúmulo de desentendimentos.

Em 2025, Gracey publicou vídeo cantando Lakini’s Juice com Shinn, com o mix de Taylor indicado na descrição. Shinn está em turnê com Dahlheimer, enquanto Taylor participou como convidado em apresentações. Enquanto isso, Kowalczyk tem datas marcadas com uma banda de músicos de apoio.

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