- O violinista francês Nicolas Krassik lança o álbum audiovisual Em Cenas, gravado no Instituto Brincante, em São Paulo (SP).
- O trabalho é em grande parte autoral, com apenas duas releituras de Gilberto Gil e uma de Dominguinhos.
- A banda no palco é formada por Pablo Moura (sanfona), Guegué Medeiros (zabumba), Lau Trajano (baixo) e Kabé Pinheiros (percussão), com participação especial de Luciana Romanholi (guitarra).
- O projeto evidencia ritmos nordestinos, com a sanfona e a zabumba marcando a sonoridade.
- Krassik ressalta que o registro busca transmitir a energia de palco e mantém vínculo com samba e choro, além do forró que tem explorado recentemente.
O violinista francês Nicolas Krassik lança o álbum audiovisual Em Cenas, gravado com a banda no Instituto Brincante, em São Paulo. O projeto reúne principalmente composições próprias, com duas releituras de Gilberto Gil e uma de Dominguinhos. A ideia foi registrar a energia do palco, mesmo sem público.
Krassik chegou ao Brasil em 2001, durante o Carnaval no Rio de Janeiro. Já era apaixonado pelos ritmos locais e decidiu morar no país no mesmo ano, consolidando sua carreira com encontros relevantes na música brasileira.
Entre os destaques da trajetória, aparecem participações marcantes com Beth Carvalho ao vivo, em 2004, no DVD Beth Carvalho – A Madrinha do Samba Ao Vivo Convida, interpretando Folhas Secas ao lado da cantora. Também integrou a equipe de Gilberto Gil na gravação do disco Fé na Festa, de 2010, e saiu em turnê com o artista por quatro anos.
Ao longo dos anos, Krassik lançou diversos álbuns, incluindo Na Lapa (2004), Caçuá (2006) e Odilê, Odilá (2009), além de Mestrinho e Nicolas Krassik (2016). Em Em Cenas ele aposta em um formato audiovisual, registrado sem público, apenas com a banda.
No palco, o violinista atua com Pablo Moura (sanfona), Guegué Medeiros (zabumba), Lau Trajano (baixo) e Kabé Pinheiros (percussão), com participação especial de Luciana Romanholi (guitarra). Os timbres nordestinos aparecem pela sanfona e zabumba presentes no conjunto.
Embora tenha direcionado parte de seu trabalho recente ao forró, Krassik não abandonou samba e choro. O músico reforça que pretende manter a busca por gravações que explorem a instrumentação tradicional do samba, além de expandir projetos que dialoguem com suas raízes cariocas.
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