- Billy Idol disse que fumar crack o ajudou a deixar a heroin no programa Club Random com Bill Maher.
- A descoberta faz parte do documentário Billy Idol Should Be Dead, que aborda a carreira e o estilo de vida do astro.
- O músico afirmou que, ao tentar parar a heroin, recorreu ao crack e que isso “funcionou”.
- Ele relembrou uma overdose quase fatal em 1984, após retornar à Inglaterra para celebrar o sucesso do álbum Rebel Yell.
- O documentário estreou no Tribeca Festival em 10 de junho e teve lançamento amplo em 26 de fevereiro.
Billy Idol revelou que, durante uma participação no programa Club Random com Bill Maher, adotou o uso de crack para abandonar o heroin, uma estratégia que, segundo o cantor, funcionou. A afirmação integra o conteúdo do documentário Billy Idol Should Be Dead, lançado para registrar a trajetória do roqueiro.
O artista de 70 anos relata que, ao buscar deixar o heroin, buscou uma substância alternativa e acabou recorrendo ao crack. Maher questionou a veracidade da prática, e Idol confirmou o efeito positivo, com uma risada contida. O relato faz parte de entrevistas para promover o filme.
No documentário, que estreou no Festival de Tribeca e teve lançamento amplo em fevereiro, Idol relembra episódios marcantes de sua carreira e a relação ambígua com o estilo de vida da época. O material também traz relatos do guitarrista Steve Stevens sobre a gravidade da dependência no período.
Contexto da entrevista e do documentário
Idol descreve a vida nos anos de ascensão, incluindo episódios de risco com motocicleta e episódios de overdose na década de 1980. As próprias memórias do roqueiro ajudam a compreender a década de excessos vivida pela rock band britânica.
O filme também aborda a recuperação do artista, que passou a adotar um estilo de vida mais contido. Em entrevistas, Idol reconhece a dificuldade de manter a sobriedade e ressalta que hoje evita o consumo de drogas pesadas, mantendo ainda um uso casual de substâncias como cannabis em determinadas ocasiões.
Repercussão e próximos passos
O documentário Billy Idol Should Be Dead traz depoimentos de colegas de banda e de membros da equipe, além de imagens de bastidores da carreira do músico. A produção busca situar o impacto do passado no presente do artista, sem juízos morais, apenas fatos.
A estreia no Tribeca Festival ocorreu no dia 10 de junho, com lançamento amplo em 26 de fevereiro. O filme explora a relação do artista com a fama, o perigo de abusos e a jornada de recuperação ao longo das últimas décadas.
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