- Kim Gordon lança o álbum solo Play Me, previsto para este mês, com ritmos electro-distorcidos e humor satírico sobre a cultura americana.
- A norna colaboração com o produtor Justin Raisen, iniciada em 2016, foi crucial para arefundação da carreira solo após Sonic Youth; o projeto The Collective (2024) já havia mostrado esse caminho.
- Em Play Me, háUso de diálogos e samples, incluindo a faixa Busy Bee que recupera trecho de uma fala entre Gordon e Julia Cafritz; Dave Grohl toca na faixa associada ao Free Kitten.
- Gordon mantém perfil reservado e comenta que a música é uma extensão de sua visão de arte visual, valorizando a ideia de espaço e experimentação.
- Entre as influências estão Mark E. Smith, Cat Power e Nirvana, com a artista destacando a atração pela performance imperfeita que quebra expectativas.
Kim Gordon lança o álbum solo Play Me, aclamado pelos críticos por ampliar seu alcance após Sonic Youth. O projeto surge de uma colaboração com o produtor Justin Raisen e chega após a fase com Body/Head.
Desde a separação do Sonic Youth em 2011, Gordon manteve o foco na arte visual e em projetos experimentais. Em 2016, aceitou o desafio de um duo com Raisen, abrindo caminho para um som mais direto e explosivo.
Play Me, que chega neste mês, explora ritmos electro-distortidos e a voz de poder-sarcástica da cantora. A obra combina humor ácido com sátira da cultura americana contemporânea.
Colaboração e direção musical
A parceria com Raisen foi fundamental para a guinada do som, mesclando elementos de rock com batidas de trap em faixas anteriores, como The Collective. Gordon descreve a experiência como um impulso criativo.
A artista afirma que não pretendia fazer um álbum solo, tendo investido mais tempo em Body/Head. A mudança surgiu de forma natural, segundo ela, quando Raisen a convenceu a gravar.
Perspectiva e referências
Gordon mantém de busca constante por novidade, mesmo após décadas de carreira. Em entrevistas, cita influências de Mark E. Smith, Cat Power e Nirvana como catalisadores para a performance ao vivo.
Ela reforça que a música atual funciona como uma extensão de sua prática visual, com foco em espaço e collage sonoro. O resultado é apresentado como uma continuação de sua trajetória artística.
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