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Harry Styles não precisa mais ser alma atormentada para fazer música

Harry Styles diz que não precisa mais ser uma alma atormentada para fazer música, adotando saúde e novas sonoridades na eletrônica

Harry Styles — Foto: Reprodução | Instagram
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  • Harry Styles, de 32 anos, é capa da Runner’s World da terça-feira (3) e falou sobre a influência de Haruki Murakami em sua música.
  • O músico disse que o livro Do Que Eu Falo Quando Falo de Corrida o libertou da ideia de que a música precisa ser prejudicial à saúde e de ser uma alma atormentada.
  • Murakami afirmou que, no passado, muitos músicos morriam jovens por viverem rápido; ele destacou o desejo de viver de forma mais saudável.
  • Styles revelou ter feito uma pausa de 2024 para viajar, o que o levou a descobrir um interesse pela música eletrônica.
  • Ele descreveu a eletrônica como uma experiência coletiva e prática, sem soar como sermão, para que a sensação de estar junto na pista de dança se repita no palco.

Harry Styles, aos 32 anos, é capa da Runner’s World publicada na terça-feira (3). Na entrevista, o artista conversa com Haruki Murakami sobre como o livro Do Que Eu Falo Quando Falo de Corrida influenciou sua trajetória musical. Ele cita a libertação de acreditar que a música precisa ser prejudicial à saúde.

O cantor afirma que hoje enxerga a prática musical como algo sustentável, que pode durar sem custar a saúde. Murakami, por sua vez, comenta que, no passado, muitos músicos morriam jovens, o que reforça a ideia de viver de forma mais equilibrada.

Durante a conversa, Styles revela ter tirado folga em 2024 para viajar, pela primeira vez de modo semelhante ao que faria ao longo da vida. Nesse período, ele descobriu gosto pela música eletrônica e pelo aspecto melódico do gênero.

Mudanças na sonoridade

Styles comenta que a música eletrônica o atrai pela melodia e pela sensação de comunidade na pista. Ele explica buscarno no estúdio a mesma imersão que tem ao dançar, sem soar como sermão, mas como uma experiência compartilhada com o público.

O artista diz que quer sentir a mesma energia no palco, deixando claro que a nova abordagem busca proximidade com os fãs. Também destaca que a experiência de produção deve permitir que todos se reconheçam na música, sem imposições.

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