- James Blake lança o sétimo álbum, Trying Times, o primeiro a sair pela sua gravadora Good Boy Records e com abordagem mais pessoal e guitarrística.
- O disco, criado em parte durante a pandemia, surge com influências que vão do pop dos anos oitenta à electrónica, destacando a faixa lead “Death of Love” e a participação de Dave.
- Blake vive em Londres desde 2025, com a parceira Jameela Jamil, e descreve o processo criativo como reflexivo sobre o mundo atual e as relações digitais.
- O artista comenta que o álbum aborda temas como engajamento online, empatia e discurso na internet, incluindo a ideia de mensagens impulsionadas por algoritmos.
- Em termos de produção, Blake valoriza tocar instrumentos tradicionais e reduzir a dependência de técnicas automatizadas, contando com uma equipe próxima para compor e arranjar.
James Blake lança o sétimo álbum, Trying Times, lançado de forma independente pela Good Boy Records. O trabalho chega em meio a uma fase de autoconfiança musical e visão crítica sobre o mundo atual. Blake está em Nova York para divulgação.
A mudança de cenário ocorre após a mudança para Londres em 2025, com a parceria de vida Jameela Jamil. O músico de 37 anos tem histórico de colaborações com artistas de peso e mantém uma presença marcante no cenário fonográfico, do hip-hop à música alternativa.
Trying Times transita entre a tradição de Blake e a experiments eletrônicos que o acompanharam ao longo da carreira, indo de baladas densas a sonoridades ambientes. O álbum reserva o single Death of Love, descrito como groove melódico de synthpop dos anos oitenta.
Produção e colaborações
Blake trabalhou com uma equipe próxima de longa data, incluindo Don Maker, Jameela Jamil, Bob Mackenzie e Josh Smith. O artista diz buscar refletir o mundo pela própria lente, com foco em instrumentação tradicional em parte do disco.
No registro, o britânico conta com a participação de Dave, representando a cena UK rap. A faixa Doesnt Just Happen destaca a continuidade do diálogo entre estilos diferentes dentro do projeto.
Blake comenta sobre o processo criativo: houve muitas sessões iniciadas durante a pandemia e várias ideias foram descartadas ao longo do caminho. O músico aponta que o impacto da tecnologia e da produção automatizada influenciou a escolha por instrumentos como a guitarra.
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