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Exposição de hip-hop em São Paulo atrai 200 mil visitantes

Exposição de hip-hop em São Paulo atrai quase 200 mil visitantes, destacando a abrangência do movimento além do rap e sua relação com dança e artes

Foto: Divulgação
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  • A exposição Hip-Hop 80’sp – São Paulo na Onda do Break está no Sesc 24 de Maio, em São Paulo, desde julho de 2025, é gratuita e deve encerrar em 29 de março, já atraindo quase 200 mil visitantes.
  • O espaço fica na Rua 24 de Maio, ponto emblemático do hip‑hop, onde Rooneyoyo O Guardião e Osgemeos atuam como curadores e onde o breaking ganhou início nos anos oitenta.
  • O movimento se espalhou pelo centro, próximo à estação de metrô São Bento, tornando-se marco cultural na capital paulista e influenciando dança, artes visuais, poesia e criação musical.
  • Rooneyoyo entregou cerca de 30% dos mais de três mil objetos da mostra, que se destaca por abordar o hip‑hop de forma ampla, indo além do rap.
  • A exposição detalha a origem do hip‑hop em Nova York, retratando grafiteiros, DJs, rappers e dançarinos, com reproduções da atmosfera da cidade e instalações imersivas, como vagões grafitados em movimento.

A exposição Hip-Hop 80’sp – São Paulo na Onda do Break está em cartaz no Sesc 24 de Maio, no centro de São Paulo, desde julho de 2025. A mostra é gratuita e tem término previsto para 29 de março, já atraindo quase 200 mil visitantes.

A curadoria fica a cargo de Rooneyoyo O Guardião, ao lado de Osgemeos (Gustavo e Otávio Pandolfo). O guardião relembra que a Rua 24 de Maio, onde fica o Sesc, foi decisiva na aproximação do hip-hop com o centro da cidade nos anos 1980, especialmente com o break.

A mostra destaca a origem do hip-hop em Nova York, com ênfase nos grafiteiros, DJs, rappers e dançarinos. Grafites de estações de metrô, fotos, vestimentas, instalações e experiências imersivas compõem o acervo, que também reproduz a atmosfera da época.

Conteúdo e relevância

Rooneyoyo explica que a exposição traz uma visão ampla do hip-hop, além do rap, incluindo dança e outras manifestações artísticas. Segundo ele, a curadoria seleciona objetos que ajudam a compreender a evolução do movimento no Brasil e no mundo.

O museu ressalta a presença de uma grande sala dedicada aos anos 1980, com aparelhos de som originais, trazidos por participantes da época. A mostra também aborda a transformação do hip-hop com o crescimento da indústria e os impactos sociais associados.

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