- Depois de quase seis anos, Céline Dion deve voltar aos palcos em setembro, em Paris.
- A turnê está prevista para ocorrer na Paris La Défense Arena, local coberto que recebe cerca de 40.000 pessoas.
- A iniciativa de retorno é anunciada após a cantora ter divulgado a batalha contra a Síndrome da Pessoa Rígida, doença neurológica e autoimune rara.
- A última aparição pública ocorreu na abertura dos Jogos Olímpicos de Paris 2024, quando apresentou Hymne à l’Amour na Torre Eiffel.
- Os shows da Courage World Tour foram adiados por pandemia e, depois, por problemas de saúde da cantora, conforme divulgado anteriormente.
- Documentário Eu Sou: Céline Dion, lançado em 2024, retrata crises de dor, espasmos e convulsões associadas à condição.
Céline Dion retorna aos palcos após quase seis anos longe dos shows, segundo reportagem do jornal franco-canadense La Presse. A cantora, hoje com 57 anos, prepara uma série de apresentações.
Nesta segunda-feira, 22, cartazes pela cidade de Paris anunciaram a volta da artista, com títulos de grandes éxitos como Pour que tu m’aimes encore e Power of Love. A campanha chamou a atenção nas ruas da capital.
O retorno está previsto para setembro, em uma série de apresentações na Paris La Défense Arena, arena coberta com capacidade para cerca de 40 mil pessoas. O espaço já recebeu nomes como Taylor Swift, Rolling Stones e Kendrick Lamar.
A última aparição pública de Dion ocorreu na abertura dos Jogos Olímpicos de Paris 2024, com a interpretação de Hymne à l’Amour, clássico de Édith Piaf, na Torre Eiffel. A performance emocionou o público presente.
Os shows da turnê Courage World Tour foram adiados em 2020 pela pandemia de Covid-19, e, posteriormente, tiveram a agenda afetada por questões de saúde da cantora. O retorno era aguardado há anos.
Em 2022, Dion revelou ter sido diagnosticada com Síndrome da Pessoa Rígida, condição neurológica autoimune que provoca rigidez muscular e espasmos, limitando movimentos e a capacidade de cantar.
A luta pela recuperação ganhou contornos em documento lançado em 2024, intitulado Eu Sou: Céline Dion. O filme retrata crises de dor, espasmos e episódios de convulsão enfrentados pela artista.
O material audiovisual expõe a dimensão do desafio enfrentado pela cantora nos últimos anos, incluindo momentos de alta demanda física associada às apresentações ao vivo. A produção traz relatos sobre o impacto da doença na rotina.
O retorno aos palcos marca a continuidade de uma trajetória marcada por grandes sucessos, reações de fãs e o bastidores de uma artista que atravessa uma fase de recuperação e adaptação aos seus limites.
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