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Jay-Z critica ideia de que chamar bilionários de maus é desculpa esfarrapada

Jay-Z diz que chamar todos os bilionários de maus é desculpa esfarrapada e que a moralidade não depende de fortuna, mesmo com ações úteis financiadas por ele

Foto de Monica Schipper/WireImage
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  • Jay-Z, com patrimônio estimado em US$ 2,8 bilhões, disse à GQ que a moralidade não é definida por um valor em dólares e criticou a ideia de que “todos os bilionários são maus”.
  • O artista argumentou que quem tem mais dinheiro pode fazer mais coisas úteis e que pessoas agem de determinada forma independente do dinheiro.
  • A Forbes aponta que boa parte de sua fortuna vem de negócios com bebidas alcoólicas, incluindo venda de 50% da marca Armand de Brignac à LVMH em 2021 e de participação majoritária da D’Usse à Bacardi em 2023.
  • Em entrevista, ele comentou o processo por agressão envolvendo também Sean Combs, que foi retirado em fevereiro de 2025, revelou ter sentido raiva, mas não aceitou acordo, e discutiu a rivalidade entre Drake e Kendrick Lamar, destacando a escolha de Bad Bunny para o show do intervalo do Super Bowl.
  • Jay-Z confirmou shows no Yankee Stadium em julho para celebrar os 30 anos de Reasonable Doubt e os 25 anos de The Blueprint, com um terceiro show previsto após os lotes esgotarem.

Jay-Z afirma que chamar todos os bilionários de maus é uma desculpa esfarrapada e que a moral não se mede apenas pelo dinheiro. Em entrevista à GQ, o rapper, cuja fortuna é estimada em 2,8 bilhões de dólares pela Forbes, questiona onde estaria o limite para definir “bom” ou “mau”.

Ele aponta que pessoas com mais dinheiro podem realizar mais ações úteis, mas ressalta que a ética não depende de um valor financeiro. Segundo o artista, o dinheiro pode acentuar comportamentos, mas não determina a forma como alguém age.

Em relação à percepção pública, Jay-Z critica a ideia de que bilionários são inerentemente maus e afirma que críticas não resolvem falhas sistêmicas. Ele diz que o dinheiro pode influenciar atitudes, mas não cria a motivação do comportamento humano.

Avaliação sobre patrimônio e negócios

A Forbes aponta que a maior parte do patrimônio de Jay-Z vem de bebidas alcoólicas, com participação vendida da Armand de Brignac à LVMH em 2021 e da D’Usse à Bacardi em 2023. Além disso, ele é cofundador da Roc Nation e controla catálogos, artes, Uber e Tidal.

Jay-Z comenta ainda a violência de processos legais envolvendo acusações antigas, afirmando que o caso de agressão sexual não foi resolvido. Ele relata que recusou um acordo, mantendo a defesa e dizendo que não seria conveniente aceitar um acordo.

Discussões de carreira e cultura

O músico fala da rivalidade entre Drake e Kendrick Lamar, destacando a apresentação de Kendrick no show do intervalo do Super Bowl. Ele afirma que a reação nas redes sociais foi excessiva e que o objetivo não era prejudicar terceiros. A Roc Nation apoiou Kendrick pela performance bem-sucedida.

Sobre o show do intervalo de 2026, Jay-Z defende a escolha de Bad Bunny, ressaltando que o artista foi o mais ouvido globalmente e que a apresentação pode ampliar a diversidade da música popular.

Preparação para a turnê

O artista volta aos palcos com dois shows no Yankee Stadium em julho, para celebrar temas de Reasonable Doubt e The Blueprint. Um terceiro espetáculo no mesmo local foi anunciado após a venda dos ingressos para os primeiros shows.

Observação: a versão segue estilo jornalístico, com foco em fatos, informações verificáveis e linguagem neutra.

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