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California Sunshine de Haylie Davis

Haylie Davis lança Wandering Star, mesclando folk-pop e Americana com espírito de Laurel Canyon, enquanto se prepara para mudar a Nova York e superar término recente

Sarah Ward*
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  • Haylie Davis lança o álbum de estreia Wandering Star em cinco de junho pela Fire Records, unindo folk-pop e americana com um espírito de Laurel Canyon.
  • A cantora diz que suas influências são claras, mas que as canções aparecem mais como mensagens do que como imitação, conectadas a uma sensação de direção.
  • Anteriormente, atuou como Lady Apple Tree e fez o duo Will & Haylie; seu cover de Didn’t Want to Have to Do It é um dos mais ouvidos no Spotify.
  • Abandonou a Chapman University após um ano para seguir a carreira musical; cresceu em Sonoma County e grava remotamente de lá.
  • Neste spring planeja mudar para Nova York e já participou de tributo a Neil Young; acompanha a rising indie cena da cidade e cita Geese como referência.

Haylie Davis lança Wandering Star, seu debut, em 5 de junho pela Fire Records, consolidando-se como uma nova songwriter da geração Z que busca uma sonoridade que mistura folk, pop e americana com o espírito de Laurel Canyon. A artista discute influências claras sem pretender imitar nenhum legado específico, dizendo que suas próprias músicas se parecem mais com um mensageiro do que com uma criação consciente.

Embora o repertório tenha clima de sul da Califórnia, Davis grava remotamente de Sonoma County, onde cresceu. Em entrevista via Zoom, ela descreve o espaço íntimo onde trabalha e comenta que prefere evitar reproduções de passado, buscando uma expressão fresca dentro de padrões de canções clássicas.

Antes de adotar o nome Haylie Davis, a cantora passou por diferentes fases artísticas. Em dupla com Will Worden foi Will & Haylie, depois atuou como Lady Apple Tree, lançando um EP com a faixa emblemática Silver Hands e uma versão de Didn’t Want to Have to Do It. Davis também é lembrada por ser a mais jovem a fazer um cover de John Sebastian.

Em 2019, decidiu levar a carreira adiante abrindo mão da Chapman University, onde estudava psicologia. A artista afirma que a escolha teve um estalo definitivo: a música e o caminho artístico foram os argumentos que a atraíram de vez.

A narrativa do álbum Wandering Star envolve temas de direção e desejo. A faixa-título não é uma canção de amor tradicional, mas uma busca por orientação, com Give Me a Rainbow explorando dúvidas e a esperança de um sinal que conduza a vida. As letras refletem dúvidas, trajetórias e decisões.

Recentemente, Davis enfrentou um término que marcou a produção do disco. Mantém a rotina entre Los Angeles, onde morou por sete anos, e Sonoma County, com a expectativa de se mudar para Nova York na primavera. A mudança é acompanhada pela vontade de integrar a cena indie da cidade.

Entre referências e planejamento, a artista cita inspirações em colegas da cena de Los Angeles e demonstra interesse em se aproximar da efervescência de Nova York. A ideia é se manter conectada a artistas como Geese e ao universo de Cameron Winter, de acordo com seus próprios comentários sobre o momento da carreira.

Entretanto, Wandering Star funciona como um mapa de transições: o tema aberto do álbum sugere que o retorno à estrada representa uma nova fase para Davis. A artista afirma que está pronta para a próxima etapa, com canções que acompanham a mudança de vida e o amadurecimento da sua voz.

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