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Noeline Hofmann em dueto de ascensão com Zach Bryan: vi mais do mundo

Noeline Hofmann comenta o impacto da parceria com Zach Bryan em sua ascensão, a origem de “Purple Gas” e a produção do seu álbum de estreia por Gena Johnson

Noeline Hofmann on how she wrote "Purple Gas," her breakthrough song, and what's to come on her debut album.
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  • Noeline Hofmann ganhou visibilidade com o dueto de “Purple Gas” ao lado de Zach Bryan; a parceria ajudou a impulsionar sua carreira, com a versão solo lançada no EP de 2024 e maior alcance por causa do apoio dele.
  • A cantora é de Bow Island, Alberta, no Canadá, onde os pais mantêm um negócio de aplicação aérea (crop-dusting); o pai é piloto e ela chegou a subir em um avião de pulverização no décimo aniversário.
  • “Purple Gas” fala de combustível colorido utilizado por agricultores; a cooperação com Bryan gerou impacto significativo na trajetória da artista, incluindo a primeira aparição na Spotify em parceria com ele.
  • Hofmann também grava covers de Luke Bell (“The Bullfighter”) e Guy Clark (“Dublin Blues”) — o cover de Dublin Blues surgiu durante uma apresentação em Dublin e passou a fazer parte do show.
  • O álbum de estreia terá produção de Gena Johnson; Hofmann comenta que sua música evoluiu ao ampliar a visão de mundo e buscar histórias pouco exploradas em North America.

Noeline Hofmann, cantora e compositora canadense, destaca a aceleração de sua carreira após a parceria com Zach Bryan na faixa “Purple Gas”. Em entrevista ao podcast Nashville Now, a artista relembra a origem da canção e o impacto da coautoria no seu caminho rumo ao debut.

A faixa “Purple Gas” ganhou repercussão ao tratar de diesel colorido, comum em áreas agrícolas do Canadá, tema que resgatou a história de Hofmann e de sua comunidade rural. O dueto com Bryan foi lançado na EP de 2024 e ajudou a impulsionar a visibilidade da jovem autora.

Durante a conversa, Hofmann compartilha lembranças da família — o pai é piloto de pulverização aérea em Bow Island, Alberta — e explica como essa experiência molda sua escrita. Ela também comenta a importância de ter o respaldo de figuras reconhecidas no country, como Bryan, para ampliar seu alcance sem perder a identidade.

Trajetória e inspirações

No relato, a cantora detalha a reunião com Ricky Skaggs, em uma apresentação no Grand Ole Opry, e como esse encontro se tornou um momento marcante de retorno a um sonho antigo de infância. Ela descreve a experiência como um fechamento de ciclo, após ter viajado sozinha a Nashville aos 19 anos.

No campo das escolhas musicais, Hofmann explica a razão por trás de covers como Luke Bell e Guy Clark. Ela destaca que as canções escolhidas funcionam como pilares para sua visão de carreira, conectando passado e presente de forma orgânica.

O que vem pela frente

A artista adianta que o álbum de estreia contará com a produção de Gena Johnson, a quem descreve como uma das pessoas mais talentosas que conheceu na cidade. A agenda inclui continuidade de apresentações ao vivo e a consolidação de seu estilo, ainda alinhado ao veredito de fãs e críticos.

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