- A cantora francesa Oklou, nascida Marylou Mayniel, lançou o álbum Choke Enough e tem participado de turnês internacionais, incluindo colaborações com FKA Twigs em uma edição deluxe.
- Mayniel está vivendo no interior da França, tirando um tempo para cuidar do filho e da casa, dizendo que tem trabalhado demais e precisa de descanso.
- O álbum, produzido por A.G. Cook, Danny L Harle e Casey MQ, carrega uma sonoridade futurista com sintetizadores que criam uma atmosfera onírica e azulada.
- A artista destaca uma visão feminista em sua música, buscando expressar emoções intensas sem recorrer à violência ou à agressividade, e usa letras fragmentadas com gibberish em inglês.
- Em relação ao futuro, Mayniel não está interessada em inaugurar uma “nova era”, preferindo explorar sutilezas e uma continuidade criativa sem radicalismos.
Ok lou? Reescre DNA: Oklou, cantora francesa, lança o álbum de estreia Choke Enough, marcado por glitch e sensibilidade pop experimental. O disco gerou elogios da crítica, ampliou seu público e consolidou seu lugar no cenário musical. Ela também lançou uma edição deluxe com participação de FKA Twigs e fez turnê mundial.
Marylou Mayniel, nome real da artista, tornou-se mãe recentemente e vive hoje no interior da França. Em pausa breve, ela cuida do filho e do lar, reconhecendo ter trabalhado intensamente nos últimos meses. O momento atual é de descanso e rotina simples.
Choke Enough surgiu com produção de A.G. Cook, Danny L Harle e Casey MQ, gerando uma sonoridade azulada, com sintetizadores etéreos. Mayniel afirma que o som não é apenas suave, mas uma abordagem lúdica fundamentada em visão feminista.
Em entrevistas anteriores, a cantora descreveu o álbum como expressão de emoções intensas sem ver a feminilidade como oposição a atitudes masculinas. O foco está em energia infantil como referência para explorar novas dinâmicas sonoras.
Antes de Choke Enough, Mayniel já circulava na internet desde 2013, com trabalhos que revelaram seu processo. Em 2020, lançou o mixtape Galore, considerado pela artista como o ponto mais claro de seu conceito musical.
Mayniel também já explorou referências diversas, incluindo Vashti Bunyan, The Roches, Tears for Fears e Yung Lean. Em ambientes de rádio, ela apresentou uma coletânea de inspirações que moldam a atmosfera do álbum.
Sobre o vínculo com o público, a cantora não se prende a rótulos ou “eras” no cenário musical. A prioridade é manter a qualidade técnica, a experimentação e a honestidade criativa, mantendo o foco no que funciona para ela.
Ao tratar do futuro, Mayniel diz não buscar mudanças abruptas. O objetivo é manter subtileza e qualidade, sem necessidade de mudanças radicais. O processo criativo segue com abertura a novas possibilidades sem pressa.
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