- Saint Harison, cantor britânico de pop/R&B de Southampton, ganhou destaque com o EP Lost a Friend, lançado em dois mil e vinte e três, elogiado por Elton John e com apresentações em Jimmy Kimmel Live! e COLORS.
- O artista planeja lançar um álbum de estreia ainda neste ano, ampliando o público fora do Reino Unido.
- Enquanto isso, ele se prepara para o EP Ghosted, com lançamento em vinte e nove de maio; a faixa-título funciona como âncora emocional do projeto.
- Ghosted foi escrito e produzido com o colaborador próximo Akeel Henry, que ajuda a trazer uma produção emotiva que remete a memórias e sentimentos do momento.
- Em entrevistas, Harison afirma que o tema central é amadurecimento emocional: amor não é capaz de “salvar” alguém, e o disco aponta para limites e o que não se aceita mais, mantendo a honestidade em letras stark e realistas.
Saint Harison, cantor pop/R&B de Southampton, no Reino Unido, ganhou destaque com o EP Lost a Friend, em 2023, marcado por letras íntimas e produção suave. O lançamento rendeu elogios de estrelas como Elton John e levou o artista a performances na TV e em plataformas digitais com grande alcance.
Agora em carreira solo, ele trabalha para lançar um álbum de estreia ainda neste ano. O objetivo é manter a pegada crua e madura, com letras mais conscientes e menos voltadas ao desabafo.
Ghosted: EP que chega em 29 de maio
O novo EP Ghosted tem como faixa-título uma âncora emocional, mantendo a sensibilidade presente nas obras anteriores. Harison produziu as faixas com o parceiro criativo Akeel Henry, que ajudou a traduzir memórias em sonoridade emotiva.
Entre as músicas, destacam-se temas sobre amadurecimento no namoro e limites pessoais. Em Daffodil, a narrativa aponta para a valorização das escolhas e a distância de relacionamentos tóxicos, marcando um tom mais firme do que antes.
Harison comenta que Ghosted traz uma visão de amor que não depende de alguém para se salvar. A performance de voz continua com a sutileza britânica, onde humor e contenção servem de defesa emocional.
A mudança de abordagem envolve novas dinâmicas de escrita. O artista afirma que, com o tempo, aprendeu a aceitar que demônios internos persistem, independentemente de quem esteja por perto. A crença é que ilusões de cura instantânea não funcionam.
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