- A turnê Final Frontier marca o início de uma despedida de Journey no Giant Center, em Hershey, com Neal Schon completando 72 anos e tocando uma guitarra nova presente da esposa; Jonathan Cain, com 76 anos, está nos bastidores se recuperando de cirurgia no joelho, enquanto Paula White-Cain participa da equipe.
- A agenda prevê mais de cem shows entre este ano e o próximo, visitando cidades diversas e até possibilidades de estádios de futebol; a banda planeja apenas uma sessão de ensaio com todo o grupo, além de escolher o repertório de abertura.
- Arnel Pineda, em atividade desde 2007, expressou descontentamento com a programação, especialmente com a duração de dois sets e o interlúdio, além de questões sobre a aceitação de músicas menos frequentes em seu repertório; ele também lida com questões pessoais, incluindo um divórcio.
- Históricamente, a relação entre Schon e Cain é marcada por disputas legais e divisas estratégicas, incluindo questões contratuais, sem que a banda tenha um manager externo no momento; as divergências envolvem utilização de cartão corporativo e decisões de negócios.
- Rumores sobre uma possível participação de Steve Perry foram negados por Perry; Cain diz que a ideia foi proposital para provocar discussão e evitar desinformação, enquanto Schon sinaliza que a banda está pronta para seguir com ou sem Perry, dependendo da decisão da empresa promotora AEG.
Journey realiza a Turnê de Despedida Final Frontier com prioridade em shows de arenas, mantendo a rotina de montagem de palco e ajustes de setlist enquanto a banda se prepara para 100 apresentações previstas para este e o próximo ano.
Os principais envolvidos são Neal Schon, guitarrista, que completa 72 anos durante os preparativos, e Jonathan Cain, tecladista, com 76, que se recupera de cirurgia no joelho. Arnel Pineda, vocalista desde 2007, expressa preocupação com a rotina e o formato do show.
A produção ocorre no Giant Center, em Hershey, Pensilvânia, cerca de 24 horas antes da primeira apresentação. A agenda inclui ensaio único com a banda completa e ajustes de efeitos pirotécnicos para hits como Separate Ways.
Conflitos e planejamento da turnê
A turnê envolve tensões legais entre Schon e Cain, que compartilham a gestão da marca Journey e já trocaram processos. A discussão abrange uso de cartão corporativo, mediação e a tentativa de manter a convivência pública.
Cain retornou de cirurgia no joelho e participa de negociações sem um gerente externo. Os dois buscam equilíbrio entre manter a fidelidade ao repertório clássico e gerenciar demandas da nova formação com Pineda.
Pineda admite receio com a possibilidade de interlúdios longos e alterações no setlist, que incluem canções como City of Hope, de seu período, e vão exigir ajustes vocais. A restrição visa conservar a estabilidade vocal ao longo das duas horas de show.
Visão de futuro e possíveis mudanças
Schon comenta planos ambiciosos para a agenda, incluindo potenciais estádios e visitas a cidades pouco usuais como Laredo e Fort Wayne. A possibilidade de substituição de vocalista é mencionada como hipótese remota, sujeita a acordos com a AEG.
Cain, que também lidera uma linha de fé e política, reforça que as decisões são voltadas a um funcionamento estável do negócio e à preservação da música. Em meio a controvérsias, os músicos enfatizam a relevância do repertório para os fãs.
Entre rumores de reunião com Steve Perry, os integrantes descartam a possibilidade de retorno do ex-vocalista, com declarações públicas reafirmando que a colaboração não está em pauta. A banda segue com a produção da turnê de despedida.
Cain aponta que o período de atividades tem duração limitada e que, após o desfecho da atual turnê, pode ocorrer redução de atividades. Schon afirma que, independentemente de mudanças, a banda está preparada para seguir com o que já está contratado.
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