- A Universal Music Group respondeu ao recurso de Drake no processo envolvendo a canção Not Like Us, por questões de direitos autorais.
- A disputa envolve Kendrick Lamar, autor da faixa, com Drake alegando que a gravadora agiu de forma parcial e usou payola moderna e bots para inflar números e tornar a música viral contra ele.
- Drake afirma que a gravadora tinha o dever de proteger sua imagem e interesses comerciais, e que priorizou o lucro imediato do hype da briga.
- A gravadora sustenta que as alegações não têm base legal e que Detêm autoridade sobre a gestão de distribuição e direitos da obra, conforme os contratos.
- O caso pode influenciar royalties, avaliação das ações da gravadora e estabelecer precedentes sobre controle de conteúdos virais e negociações entre grandes gravadoras e artistas.
O debate judicial envolvendo Drake, Kendrick Lamar e a Universal Music Group (UMG) avança num dos casos mais relevantes do ramo musical global. Drake contesta uma ação de direitos autorais sobre a faixa Not Like Us, defendida pela gravadora que distribui os dois artistas. A UMG respondeu formalmente ao recurso apresentado pelo rapper.
Segundo o processo, a disputa envolve direitos da canção Not Like Us, de Kendrick Lamar. Drake acusa a UMG de facilitar práticas que ele classifica como payola moderna e uso de bots para inflar números e viralizar ataques contra ele. A gravadora, por sua vez, afirma ter controle definitivo sobre a exploração comercial do catálogo.
Drake sustenta que a UMG tinha o dever contratual de proteger sua imagem e seus interesses comerciais. A defesa aponta que a gravadora investiu fortemente na promoção de uma faixa que o difamava, priorizando lucro imediato do hype em detrimento de uma parceria de longo prazo.
A gravadora rebate as acusações, defendendo a legalidade de suas ações e a autoridade sobre direitos autorais e distribuição. A empresa assegura que os termos contratuais asseguram a gestão do fluxo comercial da obra pela UMG, sem bases para as alegações do rapper.
Impacto financeiro e reação do mercado
Analistas acompanham o caso com cautela, porque alterações no fluxo de royalties de artistas de alta expressão podem afetar o valor das ações da gravadora. A disputa levanta questões sobre contratos de grandes catálogos e modelos de licenciamento em plataformas de streaming.
Investidores observam a possibilidade de acordos bilionários ou alterações contratuais que possam afetar plataformas como Spotify e Apple Music. A UMG busca manter a segurança jurídica como pilar de sua operação para evitar precedentes contratuais desfavoráveis.
A conclusão do litígio deve moldar futuras negociações entre as majors — Universal, Sony, Warner e BMG — e artistas de grande repercussão. O resultado poderá redefinir o controle sobre conteúdos virais que geram faturamento significativo.
Entre na conversa da comunidade