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Arlo Parks dança e faz DJ para buscar cura em Ambiguous Desire

Arlo Parks revela como a recuperação do burnout inspira o novo álbum Ambiguous Desire, unindo dança, DJ e memórias de vida

Arlo Parks
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  • Arlo Parks lançou o terceiro álbum de estúdio, Ambiguous Desire, após anos de recuperação de burnout e encontro do que a empolga no futuro.
  • O disco apresenta personagens que aparecem em faixas como Blue Disco, Jetta, Get Go, Senses, Heaven, 2Sided e Floette, com Parks sempre como protagonista.
  • Em Senses há colaboração de Sampha; em Heaven a cantora é acompanhada por DJ; as demais faixas mencionam colegas como Crash, Ames, Aleda, Cindy, Maria, Lae, Kelly, Joey e Danyiel.
  • Parks diz que as músicas capturam pessoas dançando, se conectando e ocupando espaços sonoros, buscando um clima de todos saindo para se reunir.
  • A artista compara Ambiguous Desire aos trabalhos anteriores como registros de uma época, mantendo a noção de que continuará fazendo música no futuro.

Arlo Parks revela como o álbum Ambiguous Desire traduz um processo de recuperação. Nos últimos anos, a cantora resolveu enfrentar o burnout enquanto explorava novas paixões sonoras. O encontro ocorreu em um restaurante de Brooklyn, que fechou pouco antes do horário de abertura, levando-a a se adaptar a um bar ao lado com máquinas de pinball.

A artista descreve o disco como uma experiência coletiva, diferente do seu trabalho anterior, mais íntimo. A ideia foi transmitir a sensação de estar em um espaço aberto e pulsante, com dançarinas e DJs como parte da narrativa musical.

Ao longo da conversa, Parks comenta que o álbum traz personagens que aparecem e somem, refletindo relações e noites marcantes. O projeto atual é visto como uma evolução marcante, que mescla ritmos dançantes com momentos de vulnerabilidade.

Quem participou da concepção da obra inclui colaboradores que aparecem nas faixas, além de Phoenix e Sampha em participações. A coleção de canções ganha peso com referências a encontros, despedidas e ao ato de curar por meio da música, dança e presença de outras pessoas.

A agenda de Parks também inclui planos para experiências ao vivo, com referências a atividades culturais futuras que a inspiram. O tom geral do trabalho reforça uma transição de um registro mais contido para um universo sonoro mais amplo e comunicativo.

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